A Ética em uma agência digital

A Ética em uma agência digital
A profissãoo desenvolvedor web está próxima da segunda década de vida. Um bom tempo de existência, já, mas por que vemos os processos de regulamentação se arrastarem por tanto tempo, e parecerem cada vez mais distantes da nossa realidade?
Costuma-se creditar essa “informalidade” e generalização* da profissão (*a lei, incluindo direitos autorais, muitas vezes trata um website como um software, mas sabemos que não podemos comparar um projeto de criação único e exclusivo com um programa, produzido uma única vez para distribuição em larga escala) ao próprio descompromisso de muitos aprendizes em prestar serviços sérios de criação de sites sem amplos conhecimentos técnicos e teóricos para isso. A idéia de que qualquer pessoa que domine uma ferramenta possa desenvolver um projeto complexo para a web e que no fim todos os resultados são iguais contribui não apenas para uma internet pior mas para a banalização geral da profissão.
Numa visão mais otimista, acreditamos aqui na Agência na velocidade de mudança dos aspectos da profissão. Acredite, nosso trabalho começa a ser cada vez melhor compreendido, mas ainda existem muitas pessoas que não entendem direito a importância do que fazemos. Ainda bem que isso está mudando em ritmo acelerado, dia após dia! :)
Numa profissão como qualquer outra, temos que ter ética. Mas por que? Ora, isso assegura implicitamente os direitos de seu cliente, os seus e os de seus concorrentes e parceiros. Na falta de uma “cartilha de ética”, resta aos profissionais e agências implementar suas próprias regras de procedimento. Na Agência Liquid, temos como princÌpios:
1. Clareza, transparência e verdade:
Somos claros ao vender um produto ou serviço. Buscamos explicar exatamente o que podemos ou não fazer, e quais resultados finais podemos alcançar. É fácil mentir e vender maravilhas, mas entregar algo fraco. Não temos a menor vocação para isso ;)
2. Creditar parcerias:
Quando fazemos algum projeto em parceria, creditamos. Não é de nosso interesse nos apoderar do trabalho e esforço alheio. Também gostamos de sermos creditados, claro! :)
3. Cumprir prazos:
As pessoas tem expectativas e costumamos nos colocar no lugar delas. É terrível esperar por algo em determinada data e este algo nunca sair. Em casos extremos, procuramos alguma forma de compensação, já que mesmo com um cronograma muito bem estruturado, acidentes de percurso podem acontecer e ninguém está livre disso.
4. Respeito:
Respeitamos o desejo dos clientes, nem que seja preciso varar noites em claro. Isso faz parte do ramo, dormir pouco é algo ao qual estamos acostumados :D
5. Redirecionar trabalhos:
Quando algum potencial cliente pede algo que não costumamos fazer, procuramos sugeri-lo  outra agência ou profissional que cumpra o requisito. Não temos interesse em vender algo que não saibamos fazer.
Acreditamos sempre em um ramo melhor e em uma web melhor. E trabalhamos muito para isso :)
Grande abraço e até a próxima

A profissão desenvolvedor web está próxima da segunda década de vida. Um bom tempo de existência, já, mas por que vemos os processos de regulamentação se arrastarem por tanto tempo, e parecerem cada vez mais distantes da nossa realidade?

Costuma-se creditar essa “informalidade” e generalização* da profissão ao próprio descompromisso de muitos aprendizes em prestar serviços sérios de criação de sites sem amplos conhecimentos técnicos e teóricos para isso. A idéia de que qualquer pessoa que domine uma ferramenta possa desenvolver um projeto complexo para a web e que no fim todos os resultados são iguais contribui não apenas para uma internet pior mas para a banalização geral da profissão.

Numa visão mais otimista, acreditamos aqui na Agência na velocidade de mudança dos aspectos da profissão. Acredite, nosso trabalho começa a ser cada vez melhor compreendido, mas ainda existem muitas pessoas que não entendem direito a importância do que fazemos. Ainda bem que isso está mudando em ritmo acelerado, dia após dia! :)

Numa profissão como qualquer outra, temos que ter ética. Mas por que? Ora, isso assegura implicitamente os direitos de seu cliente, os seus e os de seus concorrentes e parceiros. Na falta de uma “cartilha de ética”, resta aos profissionais e agências implementar suas próprias regras de procedimento. Na Agência Liquid, temos como princÌpios:

1. Clareza, transparência e verdade:

Somos claros ao vender um produto ou serviço. Buscamos explicar exatamente o que podemos ou não fazer, e quais resultados finais podemos alcançar. É fácil mentir e vender maravilhas, mas entregar algo fraco. Não temos a menor vocação para isso ;)

2. Creditar parcerias:

Quando fazemos algum projeto em parceria, creditamos. Não é de nosso interesse nos apoderar do trabalho e esforço alheio. Também gostamos de sermos creditados, claro! :)

3. Cumprir prazos:

As pessoas tem expectativas e costumamos nos colocar no lugar delas. É terrível esperar por algo em determinada data e este algo nunca sair. Em casos extremos, procuramos alguma forma de compensação, já que mesmo com um cronograma muito bem estruturado, acidentes de percurso podem acontecer e ninguém está livre disso.

4. Respeito:

Respeitamos o desejo dos clientes, nem que seja preciso varar noites em claro. Isso faz parte do ramo, dormir pouco é algo ao qual estamos acostumados :D

5. Redirecionar trabalhos:

Quando algum potencial cliente pede algo que não costumamos fazer, procuramos sugeri-lo  outra agência ou profissional que cumpra o requisito. Não temos interesse em vender algo que não saibamos fazer.

Acreditamos sempre em um ramo melhor e em uma web melhor. E trabalhamos muito para isso :)

Grande abraço e até a próxima!

*a lei, incluindo direitos autorais, muitas vezes trata um website como um software, mas sabemos que não podemos comparar um projeto de criação único e exclusivo com um programa, produzido uma única vez para distribuição em larga escala.

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