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Dicas CSS que valem ouro

06-11-2009

Todo sabemos que o CSS faz maravilhas, mas nem todos conhecem a fundo algumas coisas fantásticas que podem ser feitas utilizando simples linhas de código. Confira a seguir algumas dicas, extraídas do Inspect Element, que vão deixar seus trabalhos ainda mais bacanas.

1. Mude o cursor quando passar o mouse sobre botões HTML.

Não estamos falando de imagens como links, e sim dos botões normalmente usados em formulários: o cursor não se altera quando você rola o mouse sobre eles. Se você deseja fazer a “setinha” mudar para “mãozinha”, o código é:

 input.button { cursor: pointer; }

2. Remova as opções de formatação padrões dos navegadores.

Cada browser possui seus próprios estilos de formatação padrão, o que pode ser um problema para os desenvolvedores em algumas ocasiões. Felizmente, podemos resetar estas opções facilmente, usando o código abaixo criado pelo desenvolvedor Eric Meyer:

html, body, div, span, applet, object, iframe,
h1, h2, h3, h4, h5, h6, p, blockquote, pre,
a, abbr, acronym, address, big, cite, code,
del, dfn, em, font, img, ins, kbd, q, s, samp,
small, strike, strong, sub, sup, tt, var,
dl, dt, dd, ol, ul, li,
fieldset, form, label, legend,
table, caption, tbody, tfoot, thead, tr, th, td {
margin: 0;
padding: 0;
border: 0;
outline: 0;
font-weight: inherit;
font-style: inherit;
font-size: 100%;
font-family: inherit;
vertical-align: baseline;
}
/* remember to define focus styles! */
:focus {
outline: 0;
}
body {
line-height: 1;
color: black;
background: white;
}
ol, ul {
list-style: none;
}
/* tables still need 'cellspacing="0"' in the markup */
table {
border-collapse: separate;
border-spacing: 0;
}
caption, th, td {
text-align: left;
font-weight: normal;
}
blockquote:before, blockquote:after,
q:before, q:after {
content: "";
}
blockquote, q {
quotes: "" "";
}

Importante: inclua o código antes de começar o seu no arquivo de estilos, ou ele ficará sobreposto à sua formatação.

3. Otimizando a propriedade focus em campos de formulário.

Otimize a experiência do usuário ao destacar campos de formulário ativos. O efeito é bacana e muito útil em termos de usabilidade.

O código exemplo, podendo ser adaptado às suas necessidades, é:

input.focus { border: 2px solid #972324; }

Veja dois exemplos: Autentic Jobs e Neutron Creations

4. Centralizar elementos horizontalmente.

Alguns designers sofrem com esta parte, mas a solução é simples. O código abaixo, por exemplo, posiciona a div #container e seu conteúdo no centro do browser, independente da resolução de tela do usuário.

#container { width: 960px; margin: 0 auto; }

A particularidade deste código é que um valor de width (largura) precisa ser definido, ou nada será alinhado.

5. Defina um estilo diferente para impressão da página.

Ao invés de criar uma nova página otimizada para a impressão, crie um estilo separado para ela! Adicione a linha de código abaixo ao HTML da página, lembrando de indicar o tipo de mídia (no caso, impressão):

<link rel="stylesheet" href="print.css" type="text/css" media="print">

Por hoje é só. Esperamos que tenham gostado das dicas!

Um grande abraço e até o próximo post! :)

Black Hat SEO – Vale a pena?

03-11-2009

Nos tempos de hoje, enquanto ouvimos sobre otimização de sites pra cá e pra lá, nos deparamos com pessoas impacientes em ter resultados rápidos no rankeamento de seu(s) site(s) no Google.

Ansiosos por resultados, muitos deles não medem esforços em utilizar-se de táticas anti-éticas para alcançar seus objetivos.

Neste post, vamos dar uma breve explanação sobre o que é o Black Hat SEO, o que comporta, porque é “errado” e como essas práticas podem prejudicar o seu site.

Pra começo de conversa, o About.com possui uma definição bem sucinta sobre o que é Black Hat SEO: trata-se do conjunto de técnicas usadas para conquistar altas posições nos rankings dos resultados de busca consideradas anti-éticas ou que ferem o estatuto de normas dos buscadores.

Os fundamentos principais do Black Hat SEO consistem em:

1. Criar conteúdo para burlar os softwares do buscador, pecando pela qualidade de experiência do usuário e prezando apenas a escalada no ranking;

2. Apresentar conteúdo diferente do que aparece nos resultados da busca, visando atrair mais visitantes desavisados que sequer têm interesse no real assunto do site;

3. Burlar as regras de qualidade dos mecanismos de pesquisa.

As práticas de Black Hat SEO são detestadas pelos profissionais sérios, não tanto pela possível “concorrência” que elas representam, mas por diminuir consideravelmente a qualidade da internet. Piorando-se a experiência do usuário, piora-se o real objetivo da web.

As principais táticas de Black Hat atualmente conhecidas são:

a. Doorway Page e Cloaking

Trata-se de exibir um conteúdo para os mecanismos de busca e outro para o usuário que acessa o site. Ou seja, tapeação pura e simples. Enquanto o cloaking utiliza checagem de IP ou navegador, uma doorway page redireciona o usuário através de meta ou javascript.

b. Keyword Stuffing

Trata-se de encher o texto, meta tags e títulos de página com palavras-chave visando aumentar a relevância das mesmas nos mecanismos de busca. O resultado? Texto pobre e pouco útil para o usuário.

c. Troca de links ou link farms

A “fazenda” de links consiste na criação de diversos sites com linkagem compartilhada, com a única intenção de aumentar artificialmente o PageRank de uma página.

d. Invisible text

Consiste em embutir texto não visível ao usuário (por exemplo, na mesma cor do plano de fundo do site) visando unicamente a leitura dos robôs.

e. Submissão automática em milhares de buscadores

Existem empresas que vendem programas que incluem sua URL em milhares de sites de busca do mundo inteiro automaticamente. Este tipo de técnica pode ser considerado spam de requisição pelos buscadores. E você já sabe o que pode acontecer com spammers.

O que você tem a perder utilizando técnicas de Black Hat?

Você pode ser sortudo e conseguir emplacar rapidamente um site com estas técnicas. No entanto, as ferramentas dos buscadores estão cada vez mais sofisticadas para detectar estas práticas, e o castigo para quem comete infrações contra as políticas de qualidade destes sites pode ir desde a perda da colocação até à pura e simples exclusão do índice. Resumindo, seu trabalho pode ser inteiramente perdido. Em 2006, o Google puniu dois sites mundialmente famosos por utilizar estas práticas, a BMW e a Ricoh. Ou seja, ele não poupa esforços para manter a qualidade de seus resultados de busca sempre alta.

Para inteirar-se melhor do assunto, leia as diretrizes de cada site para adequar seu conteúdo a elas e faça uso de boas práticas.

Diretrizes do Google para webmasters

Política de qualidade do Yahoo.com (em inglês)

Um grande abraço e até a próxima! :D

Manual do Twitter para Empresas

29-10-2009

Em um post anterior comentamos sobre a importância das mídias sociais na divulgação de uma empresa e na construção de sua marca. Hoje, vamos falar um pouco mais sobre o Twitter, um serviço que deixa a maioria das pessoas espantada com sua popularidade tão vertiginosa.

Em primeiro lugar, o que é o Twitter? Criado em agosto de 2006 por Biz Stone, Jack Dorsey e Evan Williams, trata-se de um projeto pessoal de Dorsey, que sonhava há muito tempo com a criação de uma ferramenta que permitisse a comunicação em tempo real mesclada com um site de relacionamentos. Dorsey uniu-se a Biz Stone, especialista em mídias sociais e Williams, um dos criadores do Blogger e posterior funcionário do Google. O Twitter pode ser definido com um microblog onde as pessoas podem acompanhar de perto o que as outras estão fazendo/dizendo. O limite de postagem do Twitter é de 140 caracteres, devido à limitação dos mesmos para mensagens SMS (160; os outros 20 corresponderiam ao nome do usuário). Talvez a limitação de caracteres seja uma das razões do grande sucesso do Twitter, uma vez que na web poucos tem paciência de ler longos textos e também escrevê-los (espero que ainda estejam nos lendo ;) ).

Antes limitado a alguns grupos, como profissionais web, analistas sociais e correlatos, o Twitter caiu nas graças das celebridades. O ator Ashton Kutcher, a apresentadora Oprah Winfrey e o presidente americano Barack Obama possuem contas no Twitter atualizadas com frequência (sendo muito comentado o fato de o Twitter ter ajudado a campanha eleitoral de Obama. Se o Twitter ajudou a eleger um presidente, imagine o que pode fazer por uma empresa!).

Bom, vamos ao que interessa. Você já tem uma empresa no Twitter e deseja melhorar o seu relacionamento com o consumidor? Aproveite estas dicas, tiradas do Guia Especial do Twitter para Empresas (em inglês).

1. O Twitter é uma ferramenta de relacionamentos.

Muito mais do que uma ajuda aos seus negócios, o Twitter ainda é um site de relacionamentos. Estar próximo de seu consumidor é a intenção aqui. Escreva em tom amigável, prepare-se para receber as críticas, elogios e sugestões dos seus seguidores e responda-os cordialmente. Isso ajuda a criar uma empatia com o seu negócio e as pessoas, obviamente, vão confiar mais nele.

2. Use o Retweet e divulgue informações de interesse.

Divulgue informações interessantes aos seus seguidores, mesmo que elas não estejam em seu site, por exemplo. O Retweet (RT) de informações bacanas também é interessante. A idéia aqui é distribuir informação e estreitar relacionamentos; além do mais, nada pior do que seguir um Twitter que parece cuidado por uma máquina…

3. Promova promoções periódicas para seus seguidores.

Além de cativar a audiência, uma promoção interessante tende a se tornar viral, atraindo outros seguidores e divulgando ainda mais seu negócio.

4. Mostre que há vida em sua empresa.

Se possível, divulgue fotos da equipe, do escritório; comente sobre projetos em andamento e futuras implementações e novidades. As pessoas gostam de saber que há vida do outro lado da tela, e isso confere mais credibilidade aos seus tweets.

5. Nunca, jamais, em hipótese alguma pratique SPAM.

Dez entre dez usuários de e-mail/sites de relacionamento abominam SPAM. O efeito do SPAM é contrário ao que se propõe: a antipatia é imediata e as pessoas ainda podem denunciar sua conta pela prática. Além do mais, empresas que praticam SPAM tendem a ser vistas pelos consumidores como inidôneas.

6. O que evitar, segundo o Guia do Twitter:

- Repetir o mesmo tweet várias e várias vezes. Convenhamos, é chato… além do mais, pode ser considerado SPAM pelas regras do Twitter;

- Postar o mesmo tweet em contas múltiplas: também é considerado SPAM pelos termos de serviço do site;

- Dar follow e unfollow na mesma pessoa repetidas vezes, e follow e unfollow pessoas que não retribuem viola os termos de serviço do Twitter.

Basicamente é isso. Não esqueça de dar uma olhadinha no link que divulgamos acima, para mais detalhes.

Cadastrar sua empresa no Twitter é ter em mãos uma poderosa ferramenta de marketing eletrônico, gratuita e garantida!

Um grande abraço e até a próxima!

Otimizando sites em Flash para o Google – Dicas de SEO, pt. 4

28-10-2009

O Google ainda tem um desafio pela frente, e bem grande: conseguir uma forma de ler corretamente um arquivo SWF e disponibilizar seu conteúdo nas buscas. A partir de julho de 2008, um grande avanço foi sentido quando o buscador anunciou agora ser possível indexar páginas em Flash. Ainda assim, nós profissionais sabemos o quanto é difícil otimizar um site em Flash, e permitir que ele obtenha um bom posicionamento no ranking orgânico de buscas. Ufa! :)

Existem algumas dicas importantes que devemos seguir para otimizar nossos projetos em Flash. Vamos a elas! ;)

1. Tenha seu Flash em páginas validadas.

Uma página validada pela W3C é muito útil quando o assunto em questão é SEO. Algo ao qual você deve prestar muita atenção é sobre a forma de inserção do Flash em sua página web. Se você usa o Dreamweaver, por exemplo, e insere automaticamente o Flash (Insert > Media > Flash), o código gerado não é compatível com as normas de validação, o que pode prejudicar o bom posicionamento do seu site.

Existem diversas formas de inserir um Flash em uma página HTML, uma busca rápida no Google pode dar uma boa pista sobre elas.

(Nota: algumas formas de implantação do Flash validado podem fazer retornar o irritante problema da ativação de controles no Internet Explorer – aquela borda irritante que você deve clicar para habilitar o site no navegador e utilizá-lo [conheça a curiosa história da ativação no IE através deste link]. Também existem formas de contornar este problema, e uma delas é o fix_eolas)

2. Capriche no título e meta tags.

Você precisa despender um certo esforço para criar títulos de página descritivos, simples e compostos por palavras-chave. Isso vai fazer toda a diferença no rankeamento do seu site. Trabalhe muito bem também nas meta tags, já que este vai ser o conteúdo que os robôs de busca poderão ler no seu site.

3. Divida o site, se possível.

Tente criar várias páginas para o site, ao invés de uma só, se possível. Isso demonstrará aos buscadores uma estruturação melhor no domínio e pode ajudá-lo a indexar páginas mais facilmente.

4. PageRank: a parte mais difícil.

Muitas vezes é difícil conseguir links externos, o que aumentaria e muito o PageRank do seu site e mostraria ao Google sua relevância, elevando-o nas buscas. No entanto, a regra vale para todo o tipo de site: trabalhar com conteúdo relevante voltado ao usuário permite uma conquista maior de público e uma divulgação melhor do site, traduzindo-se em links externos. Pense nisso! :)

Complementando, existem técnicas, como a sIFR, que convertem textos em Flash em textos puros, conforme já comentamos em um outro post aqui no blog. É uma tática válida e que permite a visualização do conteúdo pelo Googlebot e outros robôs. Uma excelente alternativa para quem precisa usar o Flash mas não pode abrir mão da otimização o mais perfeita possível.

Por enquanto, é isso! Esperamos que estas dicas auxiliem na criação de sites mais bonitos e também mais bem posicionados. Por enquanto, vamos ficar sonhando com o dia em que um site em Flash seja tão bem indexado quanto um site HTML… :)

Um grande abraço e até a próxima!

Bancos de Imagens Grátis… ou quase!

22-10-2009

Guarde muito bem essa lista! Vamos passar a seguir uma relação de 5 excelente bancos de imagens gratuitas para os seus projetos. Sim, grátis! ;)

Também vamos indicar os melhores locais para compra de imagens royalty-free, por um preço excelente. Acompanhe!

1. SXC.hu

Todo mundo conhece o Stock.XCHNG, mas não custa lembrá-los da existência do mais popular banco de imagens em alta resolução gratuitas.

2. Every Stock Photo

O Every é um “Google” de imagens gratuitas. Ele faz uma varredura pelos sites de imagens grátis e mostra os resultados para você no site.

3. Free Images

Um bom banco de imagens grátis, não muito amplo, mas certamente conseguimos encontrar coisas interessantes lá.

4. Free Range Stock

Banco de imagens com qualidade profissional… grátis! Precisa registrar para baixar. Usuários não registrados só podem fazer o download de uma imagem menor e com marca d’água do site.

5. Burning Well

Como eles mesmos se definem, um depósito de imagens de domínio público. Baixe à vontade!

Bancos de Imagens royalty-free

Pra começo de conversa, você sabe o que é royalty-free? Um direito adquirido dessa forma dá a você a total liberdade de utilização do produto adquirido, sem a necessidade de pagar “comissões” ao autor (é o caso das imagens com direito controlado), dependendo do uso.

Vamos dar a vocês dicas de bancos de imagens pagos que utilizamos com freqüência aqui na Agência Liquid.

1. Getty Images

Banco de imagens poderoso, com vasto acervo. É possível encontrar de tudo lá, inclusive vídeos (footages) e ilustrações. Um destaque especial ao Editorial, com fotos jornalísticas de alta qualidade.

2. iStockPhoto

Nosso preferido :) ! Imagens com excelente qualidade a preços módicos.

3. Corbis

O banco de imagens da Corbis é fantástico. Um destaque para as coleções de imagens Right-Managed, artísticas e de extremo bom gosto.

Todos sabemos o poder da imagem em um layout. Mas o mais importante é sabermos utilizá-la corretamente, prestigiando o trabalho de quem a produziu!

Um grande abraço e até a próxima!