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E-commerce: Defina seu segmento!

22-12-2009

Em tempos de economia difícil, uma loja virtual pode ser a salvação e o ganha-pão de muita gente. Ela é uma versão moderna do “comércio informal”, e hoje em dia está acessível a qualquer pessoa de qualquer lugar do país. Começar um negócio on line é incrivelmente mais barato que montar uma loja física, cujos gastos incluem aluguel de local, contratação de pessoal, enfim, toda a manutenção da infraestrutura básica para que o negócio comece a funcionar. Infelizmente, lojas físicas contam com a desvantagem de se ter que esperar clientes passando por suas portas e, embora o mesmo ocorra com lojas virtuais, a possibilidade de ampliação de clientela é muito maior graças ao alcance nacional ou até mesmo internacional que elas possuem.

O atraente comércio eletrônico, justamente por oferecer facilidade de implantação e custos reduzidos, pode gerar ao lojista o inconveniente da concorrência acirrada. Muita gente, muitas lojas…

Em tempos de popularização crescente do e-commerce, como conseguir uma fatia interessante do mercado? Simples: segmentação.

A especialista Diane Wang divide as lojas virtuais em quatro tipos básicos:

1. “Braços” on line de lojas seculares às quais todos já estão acostumados (no Brasil, Americanas.com, por exemplo);

2. Lojas que não conseguem acompanhar a modernidade da web e o novo perfil dos consumidores on line: elas permanecem presas a velhos padrões de venda, dificultam o acesso aos consumidores, trabalham sob uma burocracia absurda e não conseguem dar um passo adiante na conquista de novos clientes;

3. Lojas segmentadas ao extremo, e que não conseguem realizar vendas justamente por não existir público para isso (por exemplo, uma loja que só venda móveis da realeza francesa do século XIV. Obviamente, o público comprador destes produtos dificilmente gastará seu dinheiro em um produto tão especial on line. Ele preferirá conferir a peça ao vivo, e a loja ficará parada…)

4. Lojas “convencionais”, que vendem produtos para o público geral e brigam cada vez mais por um espaço no mercado.

Vendo este último caso, que é o da grande maioria das lojas, focar nas diferenças é onde reside o sucesso, uma vez que lojas “gerais” demais precisam se esforçar ao extremo para mostrar ao consumidor porque são diferentes da concorrência (seja no marketing, seja nas ofertas especiais, etc). Além do mais, trabalhar com estoque de uma ampla gama de produtos e controlar seus preços pode ser um trabalho árduo para os comerciantes on line.

Por que não simplificar?

Especializando sua loja? Conheça mais motivos.

Além dos motivos que mostramos anteriormente, existem alguns pontos que você deve observar e que farão você perceber o quanto é importante segmentar seu e-commerce:

1. Lealdade do cliente.

Lojas segmentadas tendem a fidelizar mais clientes que lojas muito amplas. Isso porque se sua loja virtual vende produtos de ótima qualidade para artistas gráficos e desenhistas, por exemplo, eles preferirão comprar de você (se os preços estiverem de acordo e o processo for feliz, obviamente) a comprar em uma loja muito generalizada. Os clientes entenderão que você é uma referência nos produtos e não hesitarão em recorrer a você novamente quando precisarem.

2. Pesquisa de mercado específica.

Menos trabalho para você! Imagine-se tendo que pesquisar a situação do mercado para venda de geladeiras e venda de sapatos! São públicos distintos, com interesses e concorrência distintos. Focar facilitará sua vida e permitirá um controle melhor das estratégias de marketing para a sua loja.

3. Controle sobre estoque.

Trabalhar com poucos, bons produtos e similares em aspecto fará com que o controle do seu estoque se torne muito mais facilitado. Além disso, você não precisará negociar com quinhentos tipos de fornecedores diferentes e poderá controlar melhor seus gastos e recebimentos.

Então, se você quer começar o seu negócio on line, lembre-se dessas dicas. Você terá muito mais chance de se tornar um bem sucedido comerciante se obtiver o controle total sobre todos os aspectos do seu negócio, e certamente especificar um nicho facilitará a sua vida.

Ainda neste assunto, estamos montando uma loja on line modelo para a Agência. Em breve mais detalhes! ;)

Até o próximo artigo!

Mídias Sociais e Comércio Eletrônico: O papel das massas

18-12-2009

Essa semana, lemos um artigo muito legal no E-commerce Times que fala basicamente da “voz das massas” no momento atual da internet. Vamos utilizar um pouco de sua abordagem para desenvolver uma linha de raciocínio sobre a importância da “voz do povo” no sucesso de uma loja virtual (ou física).

Imagine o começo da web no Brasil. Mais ou menos no final da década de 90, com a popularização cada vez maior dos celulares da própria internet, as empresas passaram a explorar novos canais de relacionamento com os seus clientes, que somaram à velha correspondência e telefone (0800) as mensagens de texto, e-mail e chat on line. A agilidade dos retornos, possibilidade de comunicação direta (empresa > consumidor) e a economia dos atendimentos, em termos financeiros, tornaram estes canais não apenas acessórios, mas necessários.

Embora se achasse que o “ápice” da modernidade em atendimento ao cliente tivesse sido atingido, poucos esperavam pela revolução causada pelas mídias sociais no mercado mundial. Inevitavelmente, elas ditaram e vem ditando aos comerciantes e empresas novas regras para abordagem e acesso aos seus consumidores, e o que é melhor, permitiram também que estes tivessem ainda mais voz, e o mais interessante, voz pública. O relacionamento cliente-marca agora é totalmente público e aberto, permitindo aos novos consumidores explorar opiniões e experiências de antigos clientes e basear suas decisões de compra não apenas no instinto e promessas da empresa, mas no clamor popular. Conforme cita Mark Angel, “as empresas não possuem mais o total controle sobre suas marcas”.

Hoje em dia não é mais possível desassociar uma boa estratégia de marketing de uma análise cuidadosa dos assuntos populares e interesses das massas presentes nas mídias sociais. E, claro, não é mais possível ocultar certas falhas, uma vez que a “voz” fala, e alto. Mas, para uma entrada e abordagens corretas, o empresário precisa analisar vários fatores relacionados ao seu próprio negócio, como seus tipos de produtos ou serviços e como o consumidor poderá necessitar da atenção da empresa (muito, pouco, nada…). Para isso, são necessários profundos estudos visando responder uma única questão: o que a minha marca promete e o que eu realmente posso oferecer?

Monitorar o papel das massas e estratégias sociais para o branding

O monitoramento dos canais de relacionamento da empresa deve ser uma prioridade para compreender os reais sentimentos do consumidor. Isso inclui não apenas ouvir suas reclamações e elogios e guardar para si, mas utilizá-las para direcionar seus produtos, serviços e canais de feedback para aquilo que os clientes possam estar necessitando. Pode ser difícil, mas acertar nesses pontos é uma receita certa de sucesso :) Cada empresa possui metas, prioridades e público distintos, e certos níveis de relacionamento podem variar imensamente de uma para a outra. Enquanto algumas empresas oferecem produtos que necessitam de suporte 24h, outras podem vender produtos que não necessitem de maiores explicações da empresa para o uso.

“E qual a melhor forma de definir o que é correto para mim?” Não há outro jeito senão aquele usado em outras campanhas de marketing e relacionamento tradicionais: experimentar e ajustar!

Se a sua loja virtual ainda não possui um canal de relacionamento social, você pode estar perdendo ótimas chances para a sua empresa. Entretanto, antes de criar qualquer conta e veicular qualquer promoção ou novidade, pense e repense se suas práticas estão coerentes com o que você pode oferecer, se o retorno desejado possui possibilidades reais e se suas estratégias condizem com as suas políticas. Nós, como consumidores que somos, agradeceremos os seus esforços e o brindaremos com nossa fidelidade e satisfação! :)

Até o próximo post!

Nove diretrizes da web 2.0 para um e-commerce de sucesso

23-11-2009

A especialista Linda Bustos, do E-Commerce Times, publicou um artigo com 9 dicas sensacionais para o sucesso de um negócio virtual envolvendo quem? Elas mesmas, as mídias sociais.

Segundo Linda, a manutenção de iniciativas sociais, agora que a web está se tornando cada vez mais social, está abrindo o foco do mercado cada vez mais para táticas inovadoras de abordagem de modo a aumentar o ROI das empresas. Mas isso todos já estamos cansados de saber, não é? ;-)

Então vamos direto ao ponto, e acompanhar as dicas da especialista para uma participação efetiva das lojas virtuais nos meios digitais e sociais!

1. Opinião do consumidor.

Segundo o site Shop.org, impressionantes 96% dos lojistas virtuais consideram de grande importância a opinião dos seus consumidores. Elas levam a pistas sobre seus interesses e ajudam a planejar estratégias de posicionamento e abordagem. Então, você deve saber que incluir pequenos espaços para a voz do consumidor deve ser uma prioridade.

2. Widgets do seu site.

Forneça widgets com os seus produtos em promoção para serem veiculados livremente em sites e blogs. Uma interface bem cuidada certamente chamará a atenção de um visitante que poderá necessitar do seu produto. Se possível, estude alguma forma de compensação para incentivar a inclusão do widget nos sites dos interessados em divulgá-lo. É simpático, sociável e traz retorno.

Quadro de compras do UOL Shopping. Não é bem um widget, mas é um bom exemplo do que é possível fazer.

Quadro de compras do UOL Shopping. Não é bem um widget, mas é um bom exemplo do que é possível fazer.

3. Perguntas e respostas.

Seções de perguntas e respostas confortam o consumidor indeciso, e fornecem a ele as informações necessárias para que ele clique no botão “comprar”.

4. Canal de atendimento via Twitter.

Hoje em dia, o chat ao vivo (que, por descuido ou desinteresse, em muitos sites simplesmente não funciona!) foi substituído pelo Twitter. Além do mais, é o canal mais rápido atualmente para divulgação de pequenas promoções e novidades. Não subestime o poder do passarinho! :D

5. Incentivar cross-sell a partir da sugestão de outros consumidores.

O que seria isso? Nada mais do que estudar formas de implementar vendas cruzadas geradas pelo próprio usuário do seu site.

A iTunes Store é um exemplo de sucesso. Enquanto os usuários enviam suas sugestões de playlists, outros usuários podem identificar uma canção de interesse e automaticamente encontrar outra(s) interessantes para ele naquela mesma lista de músicas. Concordamos aqui que isso incentiva as vendas :)

6. Páginas no Facebook.

Enquanto uma empresa ainda não pode se associar ao Facebook com um perfil, é muito fácil implantar uma página. Além do mais, os recursos que o Facebook disponibiliza, como compartilhamento de conteúdo, convidar usuários e gerar uma verdadeira rede de comunicação, tornam o site ideal para divulgação de produtos e serviços. E o melhor, é grátis! :)

7. Navegação simultânea ou Co-Browsing.

Essa modalidade de comércio é relativamente nova e pouco praticada, pelo menos por enquanto, no Brasil. Consiste em convidar amigos e parceiros para navegar juntos por um site e realizar compras simultâneas. Alguns sites americanos, como o ShopTogether, integraram seus sites com o Twitter e permitem o envio de mensagens automáticas de convites, onde uma pessoa pode chamar um amigo para visitar o site e fazerem compras juntos. Bater perna com a melhor amiga no shopping é coisa do passado! ;-)

8. Blog da Loja.

Um blog pode ser a expressão máxima da comunicação na era 2.0. Lá, é possível aumentar a relevância de um negócio ao divulgar promoções, novidades, atualizações e disponibilizar um sistema de comentários para que os consumidores tenham voz ativa.

9. Vídeos.

Vídeos demonstrativos de produtos podem aumentar a satisfação do usuário e diminuir as devoluções de produtos, uma vez que eles poderão ver como funciona o produto no qual estão interessados e poderão deduzir se é disso mesmo que precisam.

Um grande abraço e até a próxima :)

Tendências para o mercado de e-commerce em 2010

26-10-2009

Quem apostava no fracasso da venda de mercadorias diversas pela internet, lá no seu comecinho, no final da década de 90, apostou errado. A força do comércio eletrônico cresce em progressão geométrica, e o mercado abre cada vez mais suas portas para as lojas virtuais.

Mas o que explica esse sucesso? Vários fatores: praticidade, confiança do consumidor, possibilidade de aquisição de produtos não encontrados em determinadas regiões, comodidade, facilidade de pagamento… a credibilidade dos grandes primeiros shoppings virtuais deram à nossa geração uma forma atraente de fazer compras: de madrugada, sem sair de casa, sem pressão de vendedores e com calma para analisar as qualidades do produto a ser adquirido. Qualidades estas imprescindíveis em nossa movimentada sociedade moderna.

Os números não mentem: segundo dados da E-bit, o faturamento total em e-commerce no Brasil no primeiro semestre de 2009 foi de cerca de R$ 4,8 bilhões de reais (27% a mais que em 2008), e esta tendência nem parece querer diminuir, mesmo em tempos de recuperação de crise econômica. Neste panorama, as micro e pequenas empresas emergem rapidamente: segundo dados da Associação Comercial de São Paulo, em 2010 o comércio eletrônico destas empresas corresponderá a cerca de 30% do total, com faturamento de cerca de R$ 15,4 bilhões.

Serão 150 milhões de internautas no Brasil ano que vem, graças aos programas de inclusão digital do governo. O melhor de tudo, 150 milhões de consumidores em potencial!

O momento é agora! Se você estava em dúvida sobre criar o seu negócio on line, tenha certeza de que a hora propícia é agora. E se você já possui uma loja na internet, atente-se às tendências da web 2.0. Uma tecnologia não pode ficar parada no tempo, ela precisa evoluir, assim como seus clientes evoluem e os métodos de abordagem também.

Consulte-nos sobre criação de lojas virtuais. Teremos o maior prazer em atendê-lo! :)

Um grande abraço e até a próxima!

15 erros comuns em e-commerce – Post traduzido do Smashing Magazine

08-10-2009

No começo da semana, publicamos um artigo com dicas visuais para lojas virtuais. Curiosamente, um post de hoje da Smashing Magazine trata sobre 15 erros muito comuns no design de uma loja virtual. O post fez tanto sucesso que o assunto ecommerce acabou entrando na lista de Trending Topics do Twitter.

Como a informação é de grande importância, decidimos traduzir livremente o post aqui no blog da Agência Liquid. Acompanhe!

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15 Erros Comuns no Design de um E-Commerce, por Cameron Chapman

Vendas on line podem abrir grandes mercados para novas companhias. Quando sua loja pode permanecer aberta 24 horas por dia e 7 dias na semana e você pode atingir mercados globais sem os custos de correspondência e telemarketing, isto pode ser um grande “boom” para o seu negócio. Mas há algumas coisas a se considerar ao desenhar um site de e-commerce. A coisa não é tão simples quanto simplesmente implementar um software de carrinho de compras e inserir produtos em um banco de dados.

Existe uma tonelada de erros que comerciantes on line cometem diariamente, todos evitáveis com um pouco de cuidado ao planejar. E mesmo que você esteja cometendo tais erros, a maioria deles é facílima de consertar. Isto irá melhorar a experiência dos seus clientes.

Abaixo listamos os 15 erros mais comuns que os sites de e-commerce cometem, e um conselho de como consertá-los. Leve em consideração estes conselhos antes de embarcar em um novo projeto de loja virtual e ao analisar seu e-commerce atual, e tente seguir as recomendações que indicamos.

1. Falta de informação detalhada dos produtos.

Ao comprar em uma loja física, você tem a vantagem de tocar um item, senti-lo, observar por todos os ângulos e ler as informações da embalagem. Comprar on line remove esta interação. Lojas virtuais devem fazer o máximo possível para fazer a experiência do comprador se assemelhar à de uma loja física.

Quantas vezes nós vamos a uma loja virtual e encontramos produtos com vagas descrições? Se um consumidor é deixado fantasiando sobre as especificações de um produto, ele provavelmente a procurará em outro lugar. E ao menos que os preços do seu site sejam significativamente mais baixos que os de seus concorrentes, eles provavelmente comprarão o produto lá.

O que fazer sobre isso?

Forneça o máximo de informação possível. Tamanhos, materiais, peso, dimensões, e qualquer outra informação pertinente dependendo do produto. Por exemplo, em uma loja de roupas on line você deve incluir informações sobre tecidos, tamanhos e cores disponíveis, uma tabela de tamanhos (geralmente linkada para múltiplos produtos), o peso do item, o corte e caimento do item, instruções de manutenção e comentários sobre a marca ou estilista. Usar termos descritivos simples ao invés de termos técnicos terá grande impacto no consumidor.

Exemplos:

Rapha CC Rain Jacket, 20 x 200, Patagonia

2. Esconder informações de contato

Os consumidores querem saber que estão negociando com uma empresa real quando precisarem fornecer informações de seu cartão de crédito. Eles querem saber que se houver algum problema poderão falar com uma pessoa real e conseguir ajuda para o que precisam. Se seu site não apresenta nenhuma informação de contato, ou se esta é tão escondida que seus clientes não conseguem encontrá-la facilmente, eles provavelmente não confiarão no seu site e não desejarão fazer negócios com você.

O que fazer sobre isso?

Coloque suas informações de contato em um local fácil de encontrar, em todas as páginas do seu site. O mais óbvio é colocar as informações em seu cabeçalho, no topo de sua barra lateral ou no rodapé. Providencie múltiplas formas de contato, se possível. Um formulário, endereço de e-mail, telefone e endereço para correspondência são acréscimos ao nível de confiança do consumidor. Lembre-se, quanto mais caro ou mais técnico o produto que você vende, maior será a chance de o consumidor buscar estas informações de contato.

Exemplo:

Zappos

3. Um longo ou confuso processo de finalização de compra

Este é um dos mais danosos erros que um e-commerce pode cometer. Você deve garantir ser o mais fácil possível para seus clientes repassar-lhe suas informações de crédito e completar seus pedidos. Quanto mais passos você coloca entre o processo de incluir o produto no carrinho e pagar por ele, maiores são as oportunidades que você dá aos consumidores de desistir no meio da compra.

O processo ideal de finalização inclui uma página única para os consumidores checarem seu pedido e incluírem suas informações de cobrança e entrega dos produtos, e uma página de confirmação antes que eles submetam o envio das informações. Qualquer coisa além disso torna-se um obstáculo na finalização do processo.

O que fazer sobre isso?

Siga o modelo ideal o máximo que puder. Se você tiver que incluir outras páginas, tente fazê-las rápidas e fáceis de serem preenchidas. Combine páginas se puder, e use layouts de duas colunas para determinadas seções (como colocar informações de cobrança e entrega próximas) para fazer as páginas parecerem menores.

Exemplo:

Teefury

4. Exigir registro no site antes de comprar

Isso cai diretamente no item anterior. Se você pede a um usuário que se cadastre no site para poder comprar, é um obstáculo que você coloca em seu caminho. O que é mais importante: vender ou saber informações do usuário? Lembre-se que a segunda opção pode significar perder alguns clientes.

O que fazer sobre isso?

Há uma forma simples de consertar isso. Ao invés de pedir o registro do usuário antes da compra, ofereça a eles a opção de se cadastrar após o processo de finalização. Dê a eles a opção de guardar suas informações de cliente para facilitar futuras compras ou para acompanhar o status do pedido atual. Muitos consumidores optarão por fornecer seus dados e você não os estará afugentando antes que realizem o pedido.

Exemplo:

Ikea

5. Busca inadequada no site

Se um consumidor sabe exatamente o que está procurando, muitos optarão por usar a busca ao invés de navegar por categorias e subcategorias. Você deve se certificar que a busca do seu site funcione bem, e que preferencialmente tenha filtros que o usuário possa usar para refinar seus resultados.

Quantas vezes você procurou um produto em uma grande loja virtual e teve um retorno de centenas de resultados nada específicos? Enquanto a variedade de opções pode ser uma coisa boa, se metade desses resultados não se parecem em nada com o que você está buscando, isso é mais inconveniente que qualquer coisa. incluir um filtro que permita os usuários restringirem seus resultados por categoria ou item elimina o problema.

O que fazer sobre isso?

Certifique-se que o software de e-commerce que você usa tenha uma bem construída ferramenta de busca, ou procure plugins para ampliar sua funcionalidade. Idealmente uma ferramenta de busca deve permitir a busca por palavra chave e então refinar as buscas baseando-se nas categorias que seu site possui. Deixe os usuários definirem seus resultados baseados em critérios padrões (mais populares, maior e menor preço, itens novos, etc) bem como eliminar itens que não se aplicam àquela categoria.

Exemplo:

Design by Humans

6. Opções de serviços ao consumidor pobres

É similar ao item “Esconder Informações de Contato” listado acima. Você deve facilitar os consumidores a entrarem em contato com você se eles têm alguma dúvida técnica, pergunta sobre a compra ou se querem devolver um item. Oferecer um formulário de pedido de ajuda pode inspirar mais confiança que um simples endereço de e-mail.

O que fazer sobre isso?

Use um serviço de ticket para solicitações de consumidores, especialmente se você não possui um número de telefone disponível. Certifique-se de postar um FAQ que responda às dúvidas mais comuns dos usuários, como sua politica de devoluções e o que precisam fazer para comprar partes ou repor itens.

Exemplo:

William- Sonoma, Ikea

7. Fotos de produtos muito pequenas

Uma vez que os consumidores não podem manusear os produtos que você vende antes de fazer o pedido, você deve fazer o máximo possível para simular esta experiência. Imagens pequenas definitivamente não fazem isso.

O que fazer sobre isso?

Você pode ou providenciar imagens grandes dos produtos em suas páginas ou fornecer a opção de o usuário aumentá-las. Você quer que os usuários estejam aptos a ver imagens tão amplas quanto possível em um monitor mediano. Isso quer dizer que ampliações até 1024 x 768 pixels é um bom tamanho para se trabalhar.

Exemplos:

Behance Outfitter, Bridge 55, J. Crew

8. Somente uma imagem de produto

Uma vez que seu produto é apresentado digitalmente, você quer providenciar múltiplas imagens de diferentes ângulos. Uma imagem em cada cor, da frente, costas, e lados, e até mesmo imagens de pequenos detalhes podem fazer um potencial consumidor querer comprar de você.

O que fazer sobre isso?

O mais simples: incluir mais imagens. Quatro ou cinco imagens de cada produto são ideais, oferecendo visualizações suficientes para permitir a um consumidor se sentir confortável em saber exatamente o que está comprando.

Exemplos:

Design by Humans, Free People, Moo

9. Um design pobre em um carrinho de compras

Seu carrinho de compras é uma parte muito importante de seu site de e-commerce. Ele precisa permitir aos usuários adicionar múltiplos produtos, revisar suas quantidades e outras opções sobre aqueles produtos, e deve ser transparente ao mesmo tempo. Não é exatamente a coisa mais fácil a se fazer, correto?

O que fazer sobre isso?

Certifique-se de que o seu carrinho deixe o usuário adicionar um item e então retornar à última página onde ele estava. Melhor ainda: permita ao usuário adicionar um item ao carrinho sem que ele saia da página onde se encontra (usando um “mini carrinho”). Deixe seus consumidores editar as quantidades e itens em um carrinho e remover produtos. E deixe-os prever os custos de frete antes de iniciar o processo de finalização.

Exemplos:

Pottery Barn, Crate & Barrel, Threadless

10. Pouca variedade de opções de pagamento.

Há uma dúzia de sites que permitem a compra apenas com Visa ou Mastercard, ou com uma conta do PayPal. Não há mais razão para isso. E a pessoa que possui um AmEx e não tem ou quer uma conta do PayPal? E a pessoa que não tem um cartão de crédito e querem fazer o pagamento em débito em conta? Você deve fornecer a maior variedade de formas de pagamento possíveis para ampliar seu número de consumidores.

O que fazer sobre isso?

Utilize um serviço de pagamento que permita aos consumidores pagarem com cada um dos maiores cartões de crédito, e preferencialmente com cheque eletrônico. Adicionar a opção de PayPal aumenta as escolhas que seus consumidores terão, deixando-os mais seguros de comprar com você. Considerar que diferentes consumidores possuem preferências diferentes quanto às formas de pagamento significa expandir sua base de clientes.

Exemplo:

BlueFly, Etsy

11. Não incluir produtos relacionados.

Você provavelmente notou ao ir em uma loja física que eles agrupam produtos similares juntos, ou de outras formas facilitam que sejam encontrados estes produtos. Eles colocam à mostra um display de pilhas em uma seção de equipamentos eletrônicos ou incluem capinhas próximos aos aparelhos celulares. o mesmo pode ser feito ao seu website, e isso pode aumentar seu volume de vendas.

O que fazer sobre isso?

Use uma plataforma de e-commerce que permita incluir produtos relacionados nas páginas de descrição dos produtos. Uma plataforma que permita a manutenção manual desses produtos pode ser uma grande vantagem, desde que você consiga ver as relações que o software não consegue (como coordenar peças de roupa para criar um estilo).

Exemplos:

Saks, Free People, J. Crew

12. Navegação confusa.

Não há nada pior do que tentar encontrar um produto em um site com navegação confusa. Ou ainda pior, uma loja virtual que não usa categorias ou separa seções para facilitar a localização de um tipo específico de produto. O mesmo acontece com sites que possuem categorias sem produtos ou somente com um ou dois itens. Por que então criar uma categoria?

O que fazer sobre isso?

Pense em suas categorias e elementos de navegação cuidadosamente antes de colocar produtos em seu catálogo. Certifique-se de que cada categoria tem ao menos alguns produtos nela, ou agrupe categorias menores em uma só (ou as inclua em categorias maiores e similares). Facilite para o consumidor navegar por diferentes categorias, chegar em seus carrinhos de compras e movimentar-se por seu site.

Exemplos:

Instabox, Williams-Somona, Ikea

13. Não incluir gastos de frete.

Não há boa razão para não incluir cálculos de frete precisos em em site. Eu abandonei diversas compras em inúmeras ocasiões por receber a seguinte mensagem “Enviaremos um e-mail com os cálculos de entrega para aprovação antes de processar seu pedido”. Quando compro on line, quero poder completar meu pedido de uma só vez, sem precisar esperar um e-mail para decidir onde os custos de entrega são mais altos. Inclua informações de frete em seu site, não importa como.

O que fazer sobre isso?

A maioria das grandes companhias americanas e a USPS oferecem calculadoras de frete em seus websites, e existem plugins e widgets disponíveis para a grande maioria dos sistemas de carrinho de compra que mostram cálculos de frete em seu site. Use um. Se não puder usar algum por alguma razão, então use uma base de cálculo de frete que seja alta o suficiente para cobrir qualquer tipo de entrega. Para itens particularmente grandes ou pesados, você sempre pode incluir uma taxa extra no preço (deixe claro que esta taxa está inclusa no valor).

Exemplos:

BlueFly, Zappos

14. Não incluir políticas da loja.

Antes de os consumidores comprarem de você, eles gostarão de saber quais são suas políticas de entrega, devolução e outras regras do site. E não há razão para não disponibilizar estas informações em um FAQ ou em outra seção do seu site. Deixando as políticas da sua loja claras, você pode se resguardar de uma série de dores de cabeça com consumidores insatisfeitos.

O que fazer sobre isso?

Use um FAQ ou política da loja em seu site para dizer exatamente quais são suas regras para as diferentes interações dos clientes. Isto pode poupá-lo de uma tonelada de problemas.

Exemplos:

Pure and Little, BlueFly, Etsy

15. Não focar nos produtos.

O objetivo de um site de e-commerce é vender produtos (ou, ao menos, é o que deveria ser). Se seu site põe mais destaque em firulas ou no design dele mesmo, isso não ajuda ao objetivo principal. Certifique-se de que seu site prioriza os produtos primeiro, e o resto em segundo plano.

O que fazer sobre isso?

Pense em como os produtos são mostrados em lojas físicas. Enquanto uma vitrine pode mostrar mais que apenas produtos à venda, elas contribuem para enfatizar o produto em um ambiente. Faça o mesmo em seu site. Certifique-se que cada elemento de design está fazendo o possível para ambientar o seu produto da melhor forma possível.

Exemplos:

Studio Bonsai, Patagonia, Pottery Barn

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Um grande abraço, e até a próxima!