Arquivo da Categoria ‘SEO’

O Poder do Google

23-10-2009

Uma matéria fresquinha (de hoje) da IDG Now! confirma o poder do maior mecanismo de buscas do mundo. Confira abaixo a matéria na íntegra.

Google é responsável por 95% das buscas realizadas pela internet no Brasil
Estudo feito pela Serasa Experian Hitwise aponta crescimento de 6% de participação nas pesquisas na web nos 42 sites concorrentes.

O buscador Google registrou 95,37% de todas as buscas realizadas pela internet nas últimas quatro semanas, segundo dados divulgados pela consultoria Serasa Experian Hitwise.

O estudo colheu informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil sites no Brasil em setembro e foi finalizado em 3 de outubro.

Os buscadores Yahoo! Search, Bing e Ask.com receberam apenas 1,86%, 1,69% e 0,23% das visitas, respectivamente.

Listados na ferramenta de análise de sites de busca do Hitwise, os 37 sites de busca restantes foram responsáveis por 0,8% das procuras realizadas no Brasil.

Além de se consolidar como a maior ferramenta de busca no país, o Google detém também o maior número de trafego – 38,48% – de usuários que desejam navegar por sites de alguns setores como Portais, Entretenimento e Esportes. Os três segmentos juntos tiveram um aumento de 27,3% na comparação entre abril de 2009 e setembro do mesmo ano.

Na soma do Google com os demais sites de busca esse tráfego passa para 42,61%.

fonte: http://idgnow.uol.com.br

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Sabendo disso, é impossível ficar parado frente ao poder do Google como ferramenta de divulgação do seu negócio. Utilizar esta ferramenta é uma forma certa de alavancar suas vendas e colocar sua empresa em uma posição de destaque frente aos seu concorrentes.

Entre em contato conosco e solicite a apresentação especial em PDF sobre nosso plano de otimização de sites para mecanismos de busca! Teremos o maior prazer em atendê-lo.

Um grande abraço e até a próxima!

Muito além do PageRank – Dicas de SEO pt. 3

08-10-2009

Em mais um artigo sobre SEO, vamos comentar como o Google trabalha para rankear páginas indexadas.

O Google surgiu em 1996 e trouxe um novo conceito na forma de posicionar e avaliar a qualidade dos sites listados em sua busca, o PageRank. O PageRank trabalha de modo a converter a qualidade de links que apontam para um site em “votos”, melhorando o resultado de um site no posicionamento da busca por palavra-chave. Esta forma de análise busca conferir a “autenticidade” do site, ou seja, quando melhor referenciado (linkado), maior sua “qualidade” e relevância para o buscador. Este fator depende enormemente do valor de PageRank das páginas que linkam para o seu site. Quanto maior for o PageRank delas, maior se tornará o seu.

O PageRank contribuiu para a popularização do Google, uma vez que quanto mais eficiente for o resultado da busca, maior a fidelidade do usuário em se utilizar daquela ferramenta.

Entretanto, o Google analisou que este procedimento tornava todo o processo de posicionamento e indexação praticamente “incontrolável”, não permitindo que os webmasters prezassem pelo controle de qualidade de seus conteúdos e aos mais mal intencionados que buscassem alternativas “rápidas” de aumentar o PageRank, seja pela troca indiscriminada de links entre sites cujo conteúdo não está diretamente relacionado, seja pela compra de links, por exemplo. A qualidade dos resultados de busca gerados pelo Google estava, então, comprometida e longe de sua proposta original.

Uma grande motivação para uma mudança foi a popularização da internet entre usuários não-técnicos. O público leigo precisava de resultados claros, simples e diretos.

Atualmente, além do PageRank, o Google implementou novos e sofisticados algoritmos que determinam o posicionamento de uma página de acordo com a relevância do conteúdo nela contido para determinada busca do usuário. Falando a grosso modo, o Google preza por mostrar o melhor resultado para a busca de seu usuário, evitando que este perca tempo com assuntos pouco interessantes.

Confira abaixo alguns fatores determinantes na boa colocação de um site nas buscas do Google (e dos maiores mecanismos de busca atuais):

1. Conteúdo original;
2. Links de fora do site, a forma como está descrito este link, a qualidade da página que contém este link;
3. Idade do conteúdo do site;
4. Idade do domínio;
5. Atualização de conteúdo (perceba algo: o Google ama os blogs. Isso graças à sua atualização quase que diária);
6. Inclusão de palavras-chave relevantes à busca do usuário no texto do site;
7. Quantidade de conteúdo legível pelos robôs (um dos motivos de um site em Flash ser pior posicionado que um site em texto padrão);
8. Análise de conteúdo duplicado; o Google entende isso como uma tentativa de “burlar” o mecanismo e tende a punir estas páginas;
9. Presença de tags restritivas a robôs (”nofollow”);
10. Aumento repentino no volume de links apontando para o seu domínio. Um acréscimo pode ser compreendido pelo Google como compra de links, e resultar em punição;
11. Tempo de uptime do servidor de hospedagem;
12. Links quebrados;
13. Código fonte limpo e sem erros;
14. Constatação de práticas de black hat (cloaking, por exemplo) levam à punição.

Perceba que, a cada ano, o Google se torna uma ferramenta com inteligência própria, e estudar sua “mente” é fundamental para que consigamos colocar em prática bons procedimentos de otimização de sites e, claro, conteúdos de melhor qualidade, melhorando assim a experiência que a web pode nos proporcionar.

Grande abraço e até a próxima!

Tipografia – O básico sobre fontes

07-10-2009

Quando esquematizamos um projeto aqui na Agência Liquid, seja um layout para um site, um design para impressão ou logotipo, damos grande importância à escolha da fonte que será utilizada. Além de uma boa leitura, o desenho da fonte deve harmonizar-se com a proposta e o estilo abordado no layout como um todo. Como principal elemento de comunicação de um design, o estudo da tipografia deve ser um fator de imprescindível importância quando criamos.

Para nós, designers de web, o estudo tipográfico é ainda mais desafiador. Encontramos ainda diversos obstáculos que não nos permitem uma escolha 100% livre, graças a diversos fatores (por exemplo, não podemos construir um site text-based com uma fonte fantasia sem utilizarmos artifícios de inclusão, uma vez que, sem hacks, não conseguimos anexar aquela tão sonhada fonte a um projeto para que ela seja exibida corretamente nos navegadores de todos os usuários. Falando em hacks, o mais funcional, até o momento, é o sIFR, que trabalha com Flash e Javascript). Temos que usar e abusar da criatividade com as chamadas fontes “web-safe”, ou seja, fontes padrão naturalmente já instaladas nos principais sistemas operacionais e garantidas de serem vistas por quase todos os usuários. Fontes usadas em imagens, por exemplo em títulos de página, tendem a conferir um visual mais bonito ao projeto, mas não são tão recomendáveis se o interesse é colocar em prática táticas de SEO.

Fontes web-safe:

Arial, Arial Black, Comic Sans, Courier, Georgia, Impact, Times, Trebuchet e Verdana.

Existem diversos “tipos” de fonte. Vamos comentá-los e exemplificá-los brevemente a seguir.

1. Fontes serifadas:

Estilo muito antigo de tipografia, caracterizam-se por ter cantos trabalhados que, entende-se, aumentam a legibilidade do texto impresso. De acordo com Jason Beiard em seu livro The Principles of Beautiful Web Design, existem quatro categorias de fontes serifadas:

a. Serifadas “old-style” (por exemplo, Garamond);
b. Serifadas “transitional” (por exemplo, Baskerville);
c. Serifadas modernas, como é o caso da Didot;
d. Serifadas retas, onde não verificamos as tradicionais “curvinhas” na união entre as serifas e a base das fontes. Fontes como Rockwell possuem este estilo, de aspecto industrial e legíveis à distância.

Apresentamos detalhes de um projeto criado pela Agência Liquid onde utilizamos a fonte Georgia. Trabalhamos com a fonte graças ao seu estilo clássico, sóbrio e tradicional, qualidades ideais para representar a imagem do escritório de advocacia Vilela & Berbel Advogados Associados.

Detalhe da Página inicial do site Vilela & Berbel.
Detalhe da Página inicial do site Vilela & Berbel.
Seção interna, com texto em Georgia.
Seção interna, com texto em Georgia.

2. Fontes sem serifa (sans-serif):

Durante o trabalho com fontes serifadas retas, os tipógrafos tiveram a idéia de simplesmente eliminar estes artifícios e surgiram as primeiras fontes sans-serif. Na década de 20, com o movimento modernista e os processos industriais em pleno vapor, a modernidade e limpeza das fontes sans-serif ganharam popularidade e passaram a fazer parte do novo estilo de comunicação.

Fontes sans-serif são as favoritas na construção de páginas da web. São muito legíveis em tela e extremamente versáteis.

Alguns exemplos de fontes sem serifa:

Fontes Sans Serif.
Fontes Sans Serif.

Confira abaixo um estudo feito pela Agência onde usamos fontes sans-serif:

Exemplo de aplicação da fonte sans-serif Myriad Pro.
Exemplo de aplicação da fonte sans-serif Myriad Pro.

3. Fontes manuscritas (handwritted):

São fontes que simulam a escrita manual. Apesar de belas, estas fontes são muito difíceis de trabalhar. Encontramos problemas de leitura em boa parte delas e não há qualquer tipo de compatibilidade com browsers até o momento. No entanto, são fontes por muitas vezes imprescindíveis quanto o assunto é criar um projeto temático. Por exemplo, convites formais (como os de casamento) quase sempre pedem sua presença.

Alguns bons exemplos:

Exemplo de Fontes Manuscritas
Exemplo de Fontes Manuscritas

Veja um estudo que fizemos na Liquid com uma fonte manuscrita para um rápido logotipo:

Exemplo de logotipo criado pela Agência utilizando um fonte manuscrita.
Exemplo de logotipo criado pela Agência utilizando um fonte manuscrita.

4. Fontes de largura fixa (fixed-width):

São fontes construídas para que cada caractere possua largura idêntica, seja ele um “a” ou um “M”. A história dessas fontes remete às limitações de antigos tipógrafos e à construção de máquinas de digitação, e eram fontes-padrão nos primeiros sistemas operacionais (ainda podemos vê-las, por exemplo, no MS-DOS).

Exemplo:

Courier e Courier New, exemplos clássicos de fontes de largura fixa.
Courier e Courier New, exemplos clássicos de fontes de largura fixa.

5. Fontes fantasia (decorativas ou novelty):

Fontes fantasia correspondem ao grande volume de fontes gratuitas que encontramos na web hoje. São fontes que não se enquadram em nenhuma das caraterísticas anteriores e apresentam uma enorme variedade de padrões. Elas podem fazer alusão a etnias, conter elementos ilustrativos em seus traços, etc. Algumas delas são ilegíveis e não devem ser usadas em grandes blocos de texto.

Fontes fantasia são ideais para compor chamadas temáticas (um logotipo para uma loja de roupas infantis, ou anunciar um evento de rally, por exemplo).

Bons exemplos:

Fontes Fantasia, ou Novelty. Bastante diversificadas entre si.
Fontes Fantasia, ou Novelty. Bastante diversificadas entre si.

Observe uma aplicação de fonte fantasia no logotipo de um cliente da Agência:

Logotipo Acomac, exemplo de aplicação de fonte fantasia.
Logotipo Acomac, exemplo de aplicação de fonte fantasia.

Confira dois sites legais para baixar fontes de graça:

DaFont – Site francês (com suporte para língua inglesa) muito popular entre designers do mundo todo. Uma variedade imensa de fontes por categoria, para PC e Mac.
1001 Fonts – Mais de 2000 fontes para download gratuito.

Por enquanto é só! Esperamos que você aproveite este artigo para melhorar ainda mais a qualidade visual e o poder de comunicação dos seus trabalhos.

Grande abraço e até a próxima!

Dicas de SEO pt2.: Links!

05-10-2009

Os buscadores tratam os links de forma muito especial na hora de posicionar um site na busca orgânica. Sem dúvida alguma, um dos tratamentos mais bacanas de SEO que podemos aplicar ao nosso site é o correto manejamento dos links do site, os que apontam para outros sites e os links que apontam para o nosso site.

O trabalho especial com links de texto descritos nas palavras-chave principais do site são um bom atributo de SEO. Entretanto, ser linkado “lá fora” é importantíssimo para conseguir um bom posicionamento nos resultados de busca dos principais mecanismos.

Existem diversos tipos de links dentro de um projeto. Veja a seguir quais são eles.

Inbound Links

Inbound links são os links externos que apontam para o seu site. São links de maior relevância para os robôs de busca, especialmente se:

- Estão em sites cujo conteúdo seja relacionado ao seu;
- Tenham um alto PageRank no Google (3+);
- Possuam poucos links, indicando que o site em questão não é um diretório ou “comércio” de links;
- Venham de um site com alta relevância na web.

Há diversas formas de se conseguir aumentar o volume de inbound links: criar um site naturalmente relevante, que as pessoas referenciem naturalmente e postar notícias e novidades de interesse geral constantemente são algumas medidas simples que geram muito resultado.

Outbound Links

São links em seu site apontando para conteúdo de terceiros. Procure referenciar sempre conteúdo de qualidade!

Links Internos

Os links internos são links em seu site apontando para conteúdos do mesmo. Um site bem linkado facilita a navegação e localização, e cria uma cadeia de conteúdo que pode ser muito benéfica.

De acordo com o Mestre SEO, ainda temos outros tipos de links:

- Links Recíprocos: Acontece quando há troca respectiva de links entre dois sites. Essa prática pode ser mal vista pelos buscadores;
- Social Links: Links oriundos de redes sociais de armazenamento de links (Linkninja, Delicious). São benéficos e válidos;
- Links Pagos: Quase um recíproco, com a diferença de que você obtém uma referência em determinado site através de acordo financeiro. Constitui uma prática de Black Hat e é passível de punição.

Por enquanto, é isso! Em breve, mais artigos com dicas de SEO! :)

Grande abraço e até a próxima!

Web Design: Forma e Função

02-10-2009

No dia a dia do nosso ramo, temos que enfrentar situações em que precisamos sentar com nossos papéis e canetas e tomar decisões complexas e necessárias: sacrificar a beleza e priorizar a função? Ou priorizar a forma e assassinar a acessibilidade? Logicamente a resposta mais sensata seria conseguir aliar ambos de forma primorosa, mas alguns projetos parecem pedir para que demos ênfase em apenas um desses aspectos, o que pode ser bastante desafiador. Sabemos, também, que ambos os conceitos de forma e funcionalidade seguem tendências mutáveis: a experiência do usuário varia muito com o passar do tempo e o que é belo hoje pode se tornar ridículo amanhã.

Aqui na Agência Liquid, procuramos trabalhar sempre de forma a aliar as duas coisas da melhor forma possível, ao longo do processo de desenvolvimento, uma vez que entendemos que ambos são, sim, desassociáveis e que devem caminhar juntos sempre. A funcionalidade de um projeto deve estar aliada sempre à sua forma, bem como a forma deve, de todas as maneiras, priorizar a funcionalidade de uma maneira quase que atemporal, buscando criar conceitos e disposições cujo padrão seja clássico, correto e o mais abrangente possível. Compreendemos que nos rumos atuais da internet, o desenvolvimento de um projeto satisfatoriamente belo e funcional é imprescindível.

Acompanhe, a seguir, alguns pontos de essencial importância para uma aliança firme entre forma e função ao de criar um site para a web:

1. Práticas de Web Standard: não apenas firula, mas indispensável.

Trabalhar com a essencialidade dos padrões web não é apenas legal, mas necessário hoje. É sabido que a padronização, nos mais diversos setores de produtos e serviços, apresenta benefícios como redução de custos, flexibilidade no desenvolvimento e manutenção e melhora na qualidade. No desenvolvimento para a web as regras se aplicam, e mais: padronizar hoje pode ajudar um site a se sobressair mais que outro, o que é de interesse direto do cliente.

2. Facilite a vida do programador.

Um trabalho conjunto feito entre web designer e programador resulta em um projeto para a web mais conciso, eficiente e com menor chance de erros. Quanto mais tranquilo for o trabalho para o programador, menor a chance de insatisfação do cliente com o resultado final.

3. Facilite a vida do seu cliente.

Desenvolva pensando nos interesses do seu cliente. Crie projetos pensando essencialmente em seu público-alvo e buscando atingir os objetivos principais do seu cliente. Monte estruturas, caso seja ele mesmo o responsável pela manutenção do site, que facilitem seu acesso (como possível leigo) e planeje sites com todas as condições posteriores de otimização, mesmo que o seu contrato não mencione isto.

4. Sim, sites belos funcionam!

Mente quem diz que um site bonito não impressiona. Claro que impressiona, já que um projeto esteticamente atraente pode chamar a atenção de pessoas muitas vezes não interessadas no empreendimento e gerar uma divulgação inesperada. Já dizia Vinicius de Morais: “Que me desculpem as feias, mas beleza é fundamental”!

A beleza de um site é um conceito relativo, mas sabemos que alguns padrões existem, como por exemplo o cuidado com a escolha das fontes, cores agradáveis ao olhar e relacionadas à marca do cliente, fotos de impacto… entra ai a criatividade do profissional em trabalhar com os elementos de que dispõe e criar algo de ótimo impacto visual.

5. Clareza e disposição do conteúdo ajudam a audiência.

Observe a posição e a forma como estão redigidos os links do menu principal. Ele está posicionado de modo a ser necessário procurá-lo? Links simples como “Produtos” estão descritos como “Veja o que a gente vende”? É melhor rever estes pontos.

6. Use bem as fontes.

Fontes não servem apenas para “enfeitar” mas, surpresa!, fazem parte do principal elemento de comunicação entre site e usuário, o texto. Escolha fontes legíveis de tela e em bom tamanho. Sabe-se que as melhores para leitura em tela são as não-serifadas (Arial, Trebuchet, Tahoma, Verdana), enquanto as fontes serifadas como Times e Georgia são ótimas para leitura de impressos.

7. Migalhas de Pão (Bread Crumbs): uma maneira deliciosa de criar um esquema simples de localização.

Não subestime o poder das migalhas. Uma estrutura Página principal > Página secundária > Subpágina permite com que os usuários se localizem facilmente, e dão a eles uma idéia da dimensão dos conteúdos e do próprio site.

Enfim, são dicas rápidas mas muito importantes, que podem orientar melhor àqueles que, como nós, estão sempre em busca de criar algo tão belo quanto usável.

Um grande abraço e até a próxima! :)