Criação de sites: evolução em dez anos

18-11-2009

O tempo passa...

Recordar é viver. Todos sabemos que esta máxima, um clichê na verdade, é uma bela lição que nos permite olhar para o passado com olhos críticos e aperfeiçoar nossos conhecimentos para um futuro melhor :)

A internet comercial já possui um bom tempo de vida. No Brasil, ela já é uma adolescente :D E assim como as tecnologias se renovam, a cara da web também foi mudando ao longo dos anos. Para melhor, claro!

Em nossas primeiras andanças no mundo digital, quando o IE 5 e o Windows 98 brilhavam nos pcs da maioria dos usuários, nos deparávamos com pequenos detalhes e coisinhas que quase não vemos mais nos sites modernos. Que tal recordar um pouco do passado da web? Divirta-se!

1. Guestbooks ou livros de recados: os avôs dos comentários.

Todo site pessoal e muitos sites empresariais apresentavam um link para uma página de guestbook. Para os mais novatos e que nunca tiveram a sorte de encontrar um desses em seu caminho, funciona como um campo de comentário de um blog. Com a diferença de que você comenta o site inteiro, e não conteúdos específicos…

Apesar de ser uma ferramenta “ultrapassada”, de vez em quando nos deparamos com uma ou outra por ai :)

2. Mensagens de resolução de tela mínimas e navegadores recomendados.

Você lembra quando os sites traziam em suas “páginas de entrada” (mais adiante, falaremos mais sobre isso também! :) ) mensagens do tipo “Resolução mínima 800×600, Navegador Internet Explorer 5.5″? A web 2.0 trouxe para os desenvolvedores a necessidade de adaptar os sites aos mais diversos tipos de usuários. Monitores grandes, pequenos, widescreen, usuários do Internet Explorer, Safari, Firefox… então, hoje em dia, “restringir” o acesso a determinados tipos de visitantes é prática abolida e não recomendada (claro, existe a campanha para abolir o IE6 do mercado, mas isso é outra história). E viva a diversidade e fluidez da web!

3. Páginas de entrada.

Numa era onde o conteúdo é rei, não há a menor lógica em apresentar uma página inicial vazia de informações, com um botão de “entrar”. Mas antigamente, isso era mais do que usual (era considerado até bonito :) ).

4. Sites que abrem em tela inteira (fullscreen).

As opiniões variavam quanto a eles. Mas nós da Agência temos o pensamento comum de que sites que ocultavam os controles do navegador estão entre as piores idéias já desenvolvidas para a web. Ainda bem que, hoje em dia, é muito difícil encontrar sites assim!

5. Gifs animados horrorosos pulando e piscando em toda a página.

Eles distraíam tanto a nossa atenção do conteúdo real do site que quase nos faziam fechar a janela do navegador ou partir para um próximo site. Ainda bem que eles saíram de moda há um bom tempo, pelo menos entre os desenvolvedores profissionais!

6. “Powered by” alguma coisa!

Antigamente, muitos designers incluiam nos rodapés dos sites um bizarro “powered by (nome dele ou da empresa aqui)”. Poderoso, não? :)

Por enquanto é só! Esperamos que tenham gostado.

Comentem se lembrarem de mais peculiaridades das antigas!
Um grande abraço!

Bing + Wolfram Alpha: chegando perto do Google

17-11-2009

De acordo com um artigo publicado no site da revista Wired, o serviço de buscas Bing, da Microsoft, em breve estará apresentando resultados do serviço Wolfram Alpha em suas buscas.

Para quem não conhece, o Wolfram Alpha é um serviço on line de perguntas e respostas, com um poderoso algoritmo capaz de responder uma infinidade de perguntas do usuário, desde “quanto é 1+1?” até datas e locais de nascimento de personalidades e chefes de estado.

Como mecanismos de busca têm tentado ao máximo se aproximar deste tipo de abordagem na apresentação dos melhores resultados retornados a uma pesquisa, a sacada da Microsoft é muito boa.

O blog do Bing anunciou a parceria no seu post de 11 de novembro, e comentou que se trata de uma melhoria em questões como cálculos matemáticos e informações nutricionais, além de ser uma estratégia de diferenciação de seu principal concorrente, o Google, que domina 70% do mercado (no mundo; 90% no Brasil).

Em breve, os usuários do Bing que desejarem comparar informações nutricionais entre um sorvete de chocolate e uma maçã receberão resultados powered by Wolfram Alpha. Os que desejarem uma poderosa calculadora, também terão acesso direto ao poder do serviço.

A estratégia da Microsoft é válida: os buscadores, hoje em dia, além de retornarem resultados, possuem uma abordagem muito mais ampla, funcionando como verdadeiros organizadores multitarefa. Para não ficar para trás, nada como investir em novas tecnologias :D

Uma curiosidade: o aplicativo Wolfram Alpha foi inicialmente lançado para iPhone, ao preço de 50 dólares. Apesar da popularidade baixa, conseguiu atrair a atenção da Microsoft e hoje tem nela seu principal parceiro comercial. E que parceiro :)

A princípio, o serviço estará disponível apenas em inglês, mas graças ao potencial do nosso mercado, certamente teremos novidades para o Brasil e Portugal em breve.

Grande abraço e até o próximo post!

Direitos Autorais na web – como se proteger?

16-11-2009
Manhêee, plagiaram a minha campanha!!

"Manhêee, plagiaram a minha campanha!!"

Que atire a primeira pedra o designer ou blogueiro que nunca teve problemas na web com cópias de seus trabalhos. Plágios existem desde que a humanidade descobriu seus talentos, e todos os anos vemos casos e mais casos, especialmente os relacionados às mídias digitais.

Ao contrário do que se imagina, gente “grande” também plagia. Para sua diversão, conheça alguns casos famosos, nem todos, claro, relacionados à web:

- O cantor Rod Stewart plagiou a música “Taj Mahal” de Jorge Benjor e a transformou em “Do You Think I’m Sexy?”; o compositor brasileiro processou e ganhou. A semelhança é inconfundível!;

- O comercial atualmente veiculado do banco Itaú Personalité (um impressionante vídeo que simula um mundo em miniatura com a técnica tilt-shift) é, na verdade, um plágio muito bem feito de um comercial italiano;

-  Temos o famoso caso de um fotógrafo britânico que plagiou uma campanha das Havaianas (saiba mais aqui);

- Recentemente, tivemos uma movimentação no Twitter, onde usuários acusaram o portal R7 de plagiar o layout de seu concorrente direto, o G1.

Os exemplos são muitos, apenas para citar alguns casos famosos. Mas quando o assunto é conteúdo autoral publicado em blogs e materiais gráficos para mídias diversas, a frequência tende a ser maior.

Mas por que isso acontece? Geralmente, as pessoas buscam uma forma rápida de conseguir audiência (no caso de um blog) ou de ganhar dinheiro fácil (no caso de outros trabalhos). Às vezes, falta apenas inspiração, mas em todos os casos o plágio é errado e também é crime. O código penal brasileiro (art. 184) prevê uma pena nada “simbólica” para os copiadores, que pode ir desde uma multa até um ano de detenção. Textos ou obras artísticas são criações intelectuais, e copiar idéias é roubar o esforço criativo de uma pessoa. Muito feio! :(

Tratando de assuntos específicos aos blogs, o volume de “criminosos” aumentou tanto nos últimos tempos que apareceram diversas ferramentas que ajudam a rastrear quem copiou o que do seu site. O copiador, além de estar se apoderando das idéias de um terceiro em benefício próprio, também prejudica o site onde está o post original com uma possível punição do Google pela duplicação de conteúdo. Muito, muuuito feio! :(

Proteger seu conteúdo na web é quase que impossível, uma vez que os mais afoitos conseguem roubar qualquer coisa, até mesmo em sites com clique do botão direito desabilitado. As soluções mais usuais vão desde mostrar aos visitantes que seu blog é permanentemente monitorado contra este tipo de prática, e publicar os tipos de licença de republicação de conteúdo. E, claro, se pedir com educação ao plagiador não adiantar, você sempre pode recorrer à lei, se necessário.

Contribuir com uma web melhor faz parte da responsabilidade de todos nós. E gerar conteúdo autêntico faz parte disso! :D

Um grande abraço e até a próxima!

Práticas De E-mail Marketing para Negócios Locais

12-11-2009

Seguindo a grande tendência de marketing digital do momento, separamos um texto para vocês sobre práticas de e-mail marketing para negócios regionais.

O e-mail marketing é, hoje, uma das mais efetivas técnicas de marketing digitais à disposição dos profissionais ligados à publicidade, meios digitais e empresas. Ele é democrático: não importa se você possui uma loja de peças de automóveis ou um shopping center inteiro, o e-mail marketing pode trazer reais benefícios para uma empresa e deve ter uma importância primordial se você deseja investir em práticas de marketing digital.

O e-mail marketing funciona como uma forma amigável de posicionar uma marca no mercado através de um branding barato e direcionado. Ao divulgar ofertas, novidades e promoções em sua newsletter você estará relembrando aos usuários a existência do seu site e o porquê de eles terem se cadastrado nos seus informativos. Além disso, e-mails também são potencialmente virais: divulgar suas ofertas e promoções para um usuário pode fazer com que ele repasse a informação para outro(s), gerando ainda mais retorno potencial ao seu investimento.

Os e-mails são formas perfeitas de apresentar ao seu público alternativas ao que ele possivelmente pode estar buscando adquirir (e nem lembra!). Enquanto um site funciona como uma plataforma de vendas ou uma vitrine, o e-mail marketing é a evolução daquele panfletinho que você recebe no sinal, e que muitas vezes chama a sua atenção para um lançamento ou uma oferta de uma loja da cidade. Ao assumirmos que muitos atraem a nossa atenção boa parte das vezes, o mesmo pode ser dito em relação ao e-mail marketing.

Para negócios regionais ou locais, a prática tende a ser o diferencial entre uma empresa e sua concorrente. Procurar formas modernas de alcançar seu público local é abrir um largo passo no mercado, uma vez que determinadas promoções tendem a atrair mais consumidores em potencial do que uma empresa inerte e “inexistente” do ponto de vista comercial. Promoções visualmente atraentes, que ofereçam um benefício direto ou chamem a atenção do usuário tendem a gerar maior tráfego para um site, ou aumentar o número de telefonemas :)

Como diferenciais, recomendamos:

1. Cuide do visual e foque em um design que busquem chamar a atenção ao seu principal objetivo;

2. Se o público é local, ofereça benefícios e diferenciais locais;

3. Pense em estratégias exclusivas para o público específico daquele e-mail. Por exemplo, quem participar da promoção receberá um desconto especial e exclusivo, ou um brinde apenas para consumidores gerados a partir daquele e-mail em especial.

4. Cuidado com o SPAM!

Por enquanto é isso. Embora a prática seja antiga, muitas possibilidades novas têm-se apresentado anualmente para incrementar esta prática de marketing digital, e a tendência é que ela se torne cada vez mais frequente e ganhe relevância com o passar do tempo. Com o surgimento de novas tecnologias diariamente, não sabemos o que o futuro ainda nos reserva! :D

Um grande abraço e até a próxima!

Portfolio Atualizado

11-11-2009

Hoje atualizamos nosso portfolio com a inclusão de mais um trabalho.

Seguindo os moldes da revista digital, criamos o folder promocional Realmax, visando atender à necessidade da empresa em divulgar sua marca e seus produtos no mercado.

Utilizando o projeto gráfico original do e-magazine, confeccionamos uma peça com visual impactante, que busca chamar a atenção do público-alvo para as principais qualidades dos produtos oferecidos: segurança e qualidade.

Confira um breve preview abaixo e acesse o nosso site para ver mais imagens da peça!

Um grande abraço e até o próximo post!