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Tem uma loja virtual? Comece a pensar em usar ferramentas de e-mail marketing

26-01-2010

Já publicamos diversos posts sobre e-mail marketing aqui no blog. E certamente, além deste, ainda virão outros, já que atualmente suas qualidades estão em alta (e subindo!).

Comunicar-se com o público em nossa era é fácil, barato e eficiente. Ou você ainda duvida que seu e-mail de ofertas, novidades e promoções pode interessar a muita gente? Então, conheça um caso aqui da Agência: o portal Guia Mais Casamento. Após o envio da mala direta informativa de dezembro de 2009, a venda de espaços publicitários no site aumentou em 21,17% desde o seu lançamento em outubro, e não estamos falando de um portal de compras!

O fato é que divulgação é importante para todos. E muito especial se você é dono de um e-commerce.

Mas o que fazer? Como fazer? Pois bem, estamos aqui para isso :) veja as dicas abaixo e tire o melhor proveito do e-mail marketing para sua empresa!

1. Não deixe o público esquecer sua loja. Mas não seja um “namorado grudento”.

Observe a frequência e abordagem dos seus e-mails. Enviar mensagens apelativas, tanto textual quanto visualmente, e de periodicidade diária, vai afugentar seu público, e você verá cada vez menos assinantes da sua newsletter. E-mails diários podem ser mandados para uma lista de clientes, desde que você os tenha avisado antes desta periodicidade. E, claro, utilize a ferramenta com sabedoria e aprenda a discernir o que é divulgável ou não.

2. Períodos de promoção: cuidado com eles.

Liquidando todos os eletrônicos da sua loja? Hoje é terça, e você tem até amanhã à noite para vender todo o estoque antigo? Pois bem, evite os alarmes de última hora. Bom, falando por nós aqui na Agência: somos consumidores e gostamos de uma promoção bacana, especialmente se for on line! Mas algo que odiamos são essas “liquidações relâmpago” (”compre um Macbook Apple por apenas R$ 3.200,00 à vista, mas a promoção é até as seis da tarde!!!”), pois elas quase sempre chegam em horas completamente inapropriadas. Ou não podemos, ou não queremos no momento… enfim. Obviamente, existem pessoas que aderem a este tipo de promoção, infelizmente não é o nosso caso :)

Enfim, tente dar um espaço de tempo para que seus consumidores respirem, pensem e analisem a oferta. Hoje em dia, as pessoas estão muito mais analíticas em termos de comércio, e esse tipo de promoção não é mais tão atraente. Curiosamente, ele funcionava muito bem na década de 80. Acreditamos que tenha a ver com a instabilidade da moeda à época, onde as pessoas compravam mais por impulso, já que a inflação era absurda…

3. Destaque suas promoções.

Não precisamos explicar mais. Tem um item interessante, uma novidade genial, precisa encerrar seu estoque de um determinado produto? Destaque-os.

4. O layout é importante.

Cuide para que o layout de seu e-mail seja coerente com o do seu site, ou ele poderá parar na lixeira…

5. Analise a audiência!

Nem sempre o envio de um e-mail pode gerar um retorno imediato, mas ele pode muito bem se converter em benefícios a médio ou longo prazo. É importante que você analise o tráfego oriundo do seu e-mail para o site ou link para onde o apontou, e monitore constantemente as conversões que este e-mail trouxe ao seu negócio. Como fazer isso? R.: Google Analytics e seu tracking de campanhas :)

É possível monitorar um usuário oriundo de uma mensagem de e-mail por um bom tempo após o envio da mesma, você sabia? Assim, você pode ter a certeza (bem, quase certeza, já que nenhuma ferramenta de web analytics é 100% precisa) do alcance real do seu trabalho de divulgação.

Bom, é isso! Esperamos que as dicas contribuam para uma melhora no desempenho do seu site, seja ele de e-commerce ou não!

Um abraço e até o próximo post!

E-commerce: Pet Shop – Loja Virtual da Agência!

05-01-2010

Tudo bem que é apenas um protótipo… mas estamos quase finalizando a loja modelo da Agência, conforme comentamos em um post anterior. Trata-se de um pet shop virtual, com público-alvo definido, donos de animais de estimação diversos (cães, gatos, lagartos e tartarugas, roedores, pássaros e peixes) de classes A e B. Hoje, publicaremos um preview da página inicial da loja, projeto interno que há muito tentamos implementar, e que em breve se tornará realidade! Lembramos, claro, que a loja não funcionará de verdade, trata-se apenas de uma demonstração de nosso sistema!

Confira a imagem abaixo, e clique se desejar ver em tamanho real:

Aguarde para mais novidades sobre este projeto em breve :)

Um grande abraço e até o próximo post!

E-commerce: Defina seu segmento!

22-12-2009

Em tempos de economia difícil, uma loja virtual pode ser a salvação e o ganha-pão de muita gente. Ela é uma versão moderna do “comércio informal”, e hoje em dia está acessível a qualquer pessoa de qualquer lugar do país. Começar um negócio on line é incrivelmente mais barato que montar uma loja física, cujos gastos incluem aluguel de local, contratação de pessoal, enfim, toda a manutenção da infraestrutura básica para que o negócio comece a funcionar. Infelizmente, lojas físicas contam com a desvantagem de se ter que esperar clientes passando por suas portas e, embora o mesmo ocorra com lojas virtuais, a possibilidade de ampliação de clientela é muito maior graças ao alcance nacional ou até mesmo internacional que elas possuem.

O atraente comércio eletrônico, justamente por oferecer facilidade de implantação e custos reduzidos, pode gerar ao lojista o inconveniente da concorrência acirrada. Muita gente, muitas lojas…

Em tempos de popularização crescente do e-commerce, como conseguir uma fatia interessante do mercado? Simples: segmentação.

A especialista Diane Wang divide as lojas virtuais em quatro tipos básicos:

1. “Braços” on line de lojas seculares às quais todos já estão acostumados (no Brasil, Americanas.com, por exemplo);

2. Lojas que não conseguem acompanhar a modernidade da web e o novo perfil dos consumidores on line: elas permanecem presas a velhos padrões de venda, dificultam o acesso aos consumidores, trabalham sob uma burocracia absurda e não conseguem dar um passo adiante na conquista de novos clientes;

3. Lojas segmentadas ao extremo, e que não conseguem realizar vendas justamente por não existir público para isso (por exemplo, uma loja que só venda móveis da realeza francesa do século XIV. Obviamente, o público comprador destes produtos dificilmente gastará seu dinheiro em um produto tão especial on line. Ele preferirá conferir a peça ao vivo, e a loja ficará parada…)

4. Lojas “convencionais”, que vendem produtos para o público geral e brigam cada vez mais por um espaço no mercado.

Vendo este último caso, que é o da grande maioria das lojas, focar nas diferenças é onde reside o sucesso, uma vez que lojas “gerais” demais precisam se esforçar ao extremo para mostrar ao consumidor porque são diferentes da concorrência (seja no marketing, seja nas ofertas especiais, etc). Além do mais, trabalhar com estoque de uma ampla gama de produtos e controlar seus preços pode ser um trabalho árduo para os comerciantes on line.

Por que não simplificar?

Especializando sua loja? Conheça mais motivos.

Além dos motivos que mostramos anteriormente, existem alguns pontos que você deve observar e que farão você perceber o quanto é importante segmentar seu e-commerce:

1. Lealdade do cliente.

Lojas segmentadas tendem a fidelizar mais clientes que lojas muito amplas. Isso porque se sua loja virtual vende produtos de ótima qualidade para artistas gráficos e desenhistas, por exemplo, eles preferirão comprar de você (se os preços estiverem de acordo e o processo for feliz, obviamente) a comprar em uma loja muito generalizada. Os clientes entenderão que você é uma referência nos produtos e não hesitarão em recorrer a você novamente quando precisarem.

2. Pesquisa de mercado específica.

Menos trabalho para você! Imagine-se tendo que pesquisar a situação do mercado para venda de geladeiras e venda de sapatos! São públicos distintos, com interesses e concorrência distintos. Focar facilitará sua vida e permitirá um controle melhor das estratégias de marketing para a sua loja.

3. Controle sobre estoque.

Trabalhar com poucos, bons produtos e similares em aspecto fará com que o controle do seu estoque se torne muito mais facilitado. Além disso, você não precisará negociar com quinhentos tipos de fornecedores diferentes e poderá controlar melhor seus gastos e recebimentos.

Então, se você quer começar o seu negócio on line, lembre-se dessas dicas. Você terá muito mais chance de se tornar um bem sucedido comerciante se obtiver o controle total sobre todos os aspectos do seu negócio, e certamente especificar um nicho facilitará a sua vida.

Ainda neste assunto, estamos montando uma loja on line modelo para a Agência. Em breve mais detalhes! ;)

Até o próximo artigo!

Mídias Sociais e Comércio Eletrônico: O papel das massas

18-12-2009

Essa semana, lemos um artigo muito legal no E-commerce Times que fala basicamente da “voz das massas” no momento atual da internet. Vamos utilizar um pouco de sua abordagem para desenvolver uma linha de raciocínio sobre a importância da “voz do povo” no sucesso de uma loja virtual (ou física).

Imagine o começo da web no Brasil. Mais ou menos no final da década de 90, com a popularização cada vez maior dos celulares da própria internet, as empresas passaram a explorar novos canais de relacionamento com os seus clientes, que somaram à velha correspondência e telefone (0800) as mensagens de texto, e-mail e chat on line. A agilidade dos retornos, possibilidade de comunicação direta (empresa > consumidor) e a economia dos atendimentos, em termos financeiros, tornaram estes canais não apenas acessórios, mas necessários.

Embora se achasse que o “ápice” da modernidade em atendimento ao cliente tivesse sido atingido, poucos esperavam pela revolução causada pelas mídias sociais no mercado mundial. Inevitavelmente, elas ditaram e vem ditando aos comerciantes e empresas novas regras para abordagem e acesso aos seus consumidores, e o que é melhor, permitiram também que estes tivessem ainda mais voz, e o mais interessante, voz pública. O relacionamento cliente-marca agora é totalmente público e aberto, permitindo aos novos consumidores explorar opiniões e experiências de antigos clientes e basear suas decisões de compra não apenas no instinto e promessas da empresa, mas no clamor popular. Conforme cita Mark Angel, “as empresas não possuem mais o total controle sobre suas marcas”.

Hoje em dia não é mais possível desassociar uma boa estratégia de marketing de uma análise cuidadosa dos assuntos populares e interesses das massas presentes nas mídias sociais. E, claro, não é mais possível ocultar certas falhas, uma vez que a “voz” fala, e alto. Mas, para uma entrada e abordagens corretas, o empresário precisa analisar vários fatores relacionados ao seu próprio negócio, como seus tipos de produtos ou serviços e como o consumidor poderá necessitar da atenção da empresa (muito, pouco, nada…). Para isso, são necessários profundos estudos visando responder uma única questão: o que a minha marca promete e o que eu realmente posso oferecer?

Monitorar o papel das massas e estratégias sociais para o branding

O monitoramento dos canais de relacionamento da empresa deve ser uma prioridade para compreender os reais sentimentos do consumidor. Isso inclui não apenas ouvir suas reclamações e elogios e guardar para si, mas utilizá-las para direcionar seus produtos, serviços e canais de feedback para aquilo que os clientes possam estar necessitando. Pode ser difícil, mas acertar nesses pontos é uma receita certa de sucesso :) Cada empresa possui metas, prioridades e público distintos, e certos níveis de relacionamento podem variar imensamente de uma para a outra. Enquanto algumas empresas oferecem produtos que necessitam de suporte 24h, outras podem vender produtos que não necessitem de maiores explicações da empresa para o uso.

“E qual a melhor forma de definir o que é correto para mim?” Não há outro jeito senão aquele usado em outras campanhas de marketing e relacionamento tradicionais: experimentar e ajustar!

Se a sua loja virtual ainda não possui um canal de relacionamento social, você pode estar perdendo ótimas chances para a sua empresa. Entretanto, antes de criar qualquer conta e veicular qualquer promoção ou novidade, pense e repense se suas práticas estão coerentes com o que você pode oferecer, se o retorno desejado possui possibilidades reais e se suas estratégias condizem com as suas políticas. Nós, como consumidores que somos, agradeceremos os seus esforços e o brindaremos com nossa fidelidade e satisfação! :)

Até o próximo post!

Nove diretrizes da web 2.0 para um e-commerce de sucesso

23-11-2009

A especialista Linda Bustos, do E-Commerce Times, publicou um artigo com 9 dicas sensacionais para o sucesso de um negócio virtual envolvendo quem? Elas mesmas, as mídias sociais.

Segundo Linda, a manutenção de iniciativas sociais, agora que a web está se tornando cada vez mais social, está abrindo o foco do mercado cada vez mais para táticas inovadoras de abordagem de modo a aumentar o ROI das empresas. Mas isso todos já estamos cansados de saber, não é? ;-)

Então vamos direto ao ponto, e acompanhar as dicas da especialista para uma participação efetiva das lojas virtuais nos meios digitais e sociais!

1. Opinião do consumidor.

Segundo o site Shop.org, impressionantes 96% dos lojistas virtuais consideram de grande importância a opinião dos seus consumidores. Elas levam a pistas sobre seus interesses e ajudam a planejar estratégias de posicionamento e abordagem. Então, você deve saber que incluir pequenos espaços para a voz do consumidor deve ser uma prioridade.

2. Widgets do seu site.

Forneça widgets com os seus produtos em promoção para serem veiculados livremente em sites e blogs. Uma interface bem cuidada certamente chamará a atenção de um visitante que poderá necessitar do seu produto. Se possível, estude alguma forma de compensação para incentivar a inclusão do widget nos sites dos interessados em divulgá-lo. É simpático, sociável e traz retorno.

Quadro de compras do UOL Shopping. Não é bem um widget, mas é um bom exemplo do que é possível fazer.

Quadro de compras do UOL Shopping. Não é bem um widget, mas é um bom exemplo do que é possível fazer.

3. Perguntas e respostas.

Seções de perguntas e respostas confortam o consumidor indeciso, e fornecem a ele as informações necessárias para que ele clique no botão “comprar”.

4. Canal de atendimento via Twitter.

Hoje em dia, o chat ao vivo (que, por descuido ou desinteresse, em muitos sites simplesmente não funciona!) foi substituído pelo Twitter. Além do mais, é o canal mais rápido atualmente para divulgação de pequenas promoções e novidades. Não subestime o poder do passarinho! :D

5. Incentivar cross-sell a partir da sugestão de outros consumidores.

O que seria isso? Nada mais do que estudar formas de implementar vendas cruzadas geradas pelo próprio usuário do seu site.

A iTunes Store é um exemplo de sucesso. Enquanto os usuários enviam suas sugestões de playlists, outros usuários podem identificar uma canção de interesse e automaticamente encontrar outra(s) interessantes para ele naquela mesma lista de músicas. Concordamos aqui que isso incentiva as vendas :)

6. Páginas no Facebook.

Enquanto uma empresa ainda não pode se associar ao Facebook com um perfil, é muito fácil implantar uma página. Além do mais, os recursos que o Facebook disponibiliza, como compartilhamento de conteúdo, convidar usuários e gerar uma verdadeira rede de comunicação, tornam o site ideal para divulgação de produtos e serviços. E o melhor, é grátis! :)

7. Navegação simultânea ou Co-Browsing.

Essa modalidade de comércio é relativamente nova e pouco praticada, pelo menos por enquanto, no Brasil. Consiste em convidar amigos e parceiros para navegar juntos por um site e realizar compras simultâneas. Alguns sites americanos, como o ShopTogether, integraram seus sites com o Twitter e permitem o envio de mensagens automáticas de convites, onde uma pessoa pode chamar um amigo para visitar o site e fazerem compras juntos. Bater perna com a melhor amiga no shopping é coisa do passado! ;-)

8. Blog da Loja.

Um blog pode ser a expressão máxima da comunicação na era 2.0. Lá, é possível aumentar a relevância de um negócio ao divulgar promoções, novidades, atualizações e disponibilizar um sistema de comentários para que os consumidores tenham voz ativa.

9. Vídeos.

Vídeos demonstrativos de produtos podem aumentar a satisfação do usuário e diminuir as devoluções de produtos, uma vez que eles poderão ver como funciona o produto no qual estão interessados e poderão deduzir se é disso mesmo que precisam.

Um grande abraço e até a próxima :)