Posts marcados com ‘logotipos’

Novo case – Akecer Sistemas Eletrônicos

02-02-2010

Depois de um mês de trabalho e ajustes, publicaremos hoje um “pré-case” de um novo cliente da Agência. E é novíssimo mesmo! trata-se da Akecer Sistemas Eletrônicos, uma empresa recém-nascida de Londrina que oferecerá ao mercado os melhores e mais modernos aquecedores para banheiras, para o conforto dos usuários que adoram um bom banho quentinho. Prezando ao máximo a alta qualidade e tecnologia de ponta de seus produtos, a Akecer chega conquistando espaço e escolheu a Liquid para criar sua identidade visual desde o comecinho. Vamos ver?

O briefing pedia essencialmente o enfoque nas principais qualidades do produto, a alta tecnologia e o inovador design industrial. Utilizando tons de azul e imagens abstratas de água, criamos toda a identidade visual da empresa, que contempla cartão de visitas, papelaria completa, adesivagem de automóvel e a “roupa” do controle de temperatura e funções. Criamos também a embalagem!

Detalhes da caixa. Ainda não podemos divulgar tudo... :)

Detalhes da caixa. Ainda não podemos divulgar tudo... :)

Para o logotipo, a pedida era enfatizar a modernidade de pensamento dos sócios, leitura fácil e, claro, a água. Assim, criamos uma marca sólida, quase que atemporal e que pode ser aplicada em diversos locais.

O case inicial está disponível para download em PDF (ZIP) aqui. O arquivo possui ~7 MB.

Update: atualizamos o case, e você pode conferi-lo na página inicial do nosso site!

Por que dissemos que é um “pré-case”? Ele ainda não está completo! Desenvolveremos outras peças para a Akecer e em breve publicaremos os resultados aqui no blog e no site!

Gostaram? :)

Um abraço e até a próxima!

Wireframing – Esboçando o design de sites

14-10-2009

Projeto definido, itens anotados, abordagem esquematizada. Hora de abrir o Photoshop e começar a desenhar o layout do site, certo? Em parte.

Aqui na Agência Liquid, consideramos de grande importância a diagramação prévia do design de um site com os bons e velhos papel e caneta, no processo denominado wireframimg.

As opiniões de alguns web designers dividem-se nesse aspecto. Alguns começam a execução do trabalho propriamente dito apenas se, e somente se, tem em mãos o diagrama visual previamente “rabiscado”, outros preferem abrir o temido novo documento em branco no Photoshop e deixar a imaginação fluir. Em termos criativos, ambos os processos podem ser legítimos, dependendo da técnica e conhecimento do profissional. Mas afirmar que o processo de wireframing é completamente dispensável é exagero.

Mas para que serve o wireframe?

Mais do que um mero auxiliar criativo, o wireframe dá ao designer a idéia da real dimensão do seu trabalho e, como um guia, permite que ele tenha maior controle ao distribuir informações na página a ser desenvolvida. No caso do desenvolvimento de um portal, por exemplo, é preciso definir previamente a posição de determinados elementos, responsáveis pela correta hierarquização da informação. E, em caso de um portal, que entendemos ser um site de amplo acesso por vários tipos de usuários, isto é essencial. Rabiscar o layout de um portal em um papel é certificar-se antes de colocar “a mão na massa” que tudo ficará visualmente correto e padronizado. E, convenhamos, o desenvolvimento fica muito mais fácil quando você já sabe onde tudo deve estar.

Outro ponto de imensa importância do wireframing é definir um esboço prévio do sistema a ser implementado no site. Quando esquematizamos o desenvolvimento visual em conjunto com o programador do site, por exemplo, temos os dois profissionais responsáveis pelo bom resultado final do projeto trabalhando em conjunto. O programador, sabendo do esquema visual com antecipação, buscará as melhores soluções de desenvolvimento antes de começar a trabalhar, o que certamente contribuirá para uma entrega mais rápida e sem muitos atropelos. Esquematizar tudo antes facilita tanto a vida do designer quanto do programador e do cliente, uma vez que muitas surpresas podem ser evitadas no decorrer do percurso.

Por fim, um esboço prévio do que será desenvolvido pode garantir ao cliente que ele ficará satisfeito com o resultado final. Se antes do desenvolvimento você apresenta a ele um esquema visual de como ficará o projeto dele, em tela, após finalizado, ele pode fazer suas considerações antes de você começar a trabalhar. Isso evita retorno de layouts, cliente e designer aborrecidos e aumenta a velocidade de entrega. Maravilhoso, não?

Falamos muito sobre criação de sites, mas esquematizar no papel antes é importante para outras áreas da criação, como logotipia, design de material impresso, ilustrações, etc.

E então? Não é que na era digital aquela folha de papel em branco e sua caneta podem ser seus amigos? ;)

Grande abraço e até a próxima!

Tipografia – O básico sobre fontes

07-10-2009

Quando esquematizamos um projeto aqui na Agência Liquid, seja um layout para um site, um design para impressão ou logotipo, damos grande importância à escolha da fonte que será utilizada. Além de uma boa leitura, o desenho da fonte deve harmonizar-se com a proposta e o estilo abordado no layout como um todo. Como principal elemento de comunicação de um design, o estudo da tipografia deve ser um fator de imprescindível importância quando criamos.

Para nós, designers de web, o estudo tipográfico é ainda mais desafiador. Encontramos ainda diversos obstáculos que não nos permitem uma escolha 100% livre, graças a diversos fatores (por exemplo, não podemos construir um site text-based com uma fonte fantasia sem utilizarmos artifícios de inclusão, uma vez que, sem hacks, não conseguimos anexar aquela tão sonhada fonte a um projeto para que ela seja exibida corretamente nos navegadores de todos os usuários. Falando em hacks, o mais funcional, até o momento, é o sIFR, que trabalha com Flash e Javascript). Temos que usar e abusar da criatividade com as chamadas fontes “web-safe”, ou seja, fontes padrão naturalmente já instaladas nos principais sistemas operacionais e garantidas de serem vistas por quase todos os usuários. Fontes usadas em imagens, por exemplo em títulos de página, tendem a conferir um visual mais bonito ao projeto, mas não são tão recomendáveis se o interesse é colocar em prática táticas de SEO.

Fontes web-safe:

Arial, Arial Black, Comic Sans, Courier, Georgia, Impact, Times, Trebuchet e Verdana.

Existem diversos “tipos” de fonte. Vamos comentá-los e exemplificá-los brevemente a seguir.

1. Fontes serifadas:

Estilo muito antigo de tipografia, caracterizam-se por ter cantos trabalhados que, entende-se, aumentam a legibilidade do texto impresso. De acordo com Jason Beiard em seu livro The Principles of Beautiful Web Design, existem quatro categorias de fontes serifadas:

a. Serifadas “old-style” (por exemplo, Garamond);
b. Serifadas “transitional” (por exemplo, Baskerville);
c. Serifadas modernas, como é o caso da Didot;
d. Serifadas retas, onde não verificamos as tradicionais “curvinhas” na união entre as serifas e a base das fontes. Fontes como Rockwell possuem este estilo, de aspecto industrial e legíveis à distância.

Apresentamos detalhes de um projeto criado pela Agência Liquid onde utilizamos a fonte Georgia. Trabalhamos com a fonte graças ao seu estilo clássico, sóbrio e tradicional, qualidades ideais para representar a imagem do escritório de advocacia Vilela & Berbel Advogados Associados.

Detalhe da Página inicial do site Vilela & Berbel.
Detalhe da Página inicial do site Vilela & Berbel.
Seção interna, com texto em Georgia.
Seção interna, com texto em Georgia.

2. Fontes sem serifa (sans-serif):

Durante o trabalho com fontes serifadas retas, os tipógrafos tiveram a idéia de simplesmente eliminar estes artifícios e surgiram as primeiras fontes sans-serif. Na década de 20, com o movimento modernista e os processos industriais em pleno vapor, a modernidade e limpeza das fontes sans-serif ganharam popularidade e passaram a fazer parte do novo estilo de comunicação.

Fontes sans-serif são as favoritas na construção de páginas da web. São muito legíveis em tela e extremamente versáteis.

Alguns exemplos de fontes sem serifa:

Fontes Sans Serif.
Fontes Sans Serif.

Confira abaixo um estudo feito pela Agência onde usamos fontes sans-serif:

Exemplo de aplicação da fonte sans-serif Myriad Pro.
Exemplo de aplicação da fonte sans-serif Myriad Pro.

3. Fontes manuscritas (handwritted):

São fontes que simulam a escrita manual. Apesar de belas, estas fontes são muito difíceis de trabalhar. Encontramos problemas de leitura em boa parte delas e não há qualquer tipo de compatibilidade com browsers até o momento. No entanto, são fontes por muitas vezes imprescindíveis quanto o assunto é criar um projeto temático. Por exemplo, convites formais (como os de casamento) quase sempre pedem sua presença.

Alguns bons exemplos:

Exemplo de Fontes Manuscritas
Exemplo de Fontes Manuscritas

Veja um estudo que fizemos na Liquid com uma fonte manuscrita para um rápido logotipo:

Exemplo de logotipo criado pela Agência utilizando um fonte manuscrita.
Exemplo de logotipo criado pela Agência utilizando um fonte manuscrita.

4. Fontes de largura fixa (fixed-width):

São fontes construídas para que cada caractere possua largura idêntica, seja ele um “a” ou um “M”. A história dessas fontes remete às limitações de antigos tipógrafos e à construção de máquinas de digitação, e eram fontes-padrão nos primeiros sistemas operacionais (ainda podemos vê-las, por exemplo, no MS-DOS).

Exemplo:

Courier e Courier New, exemplos clássicos de fontes de largura fixa.
Courier e Courier New, exemplos clássicos de fontes de largura fixa.

5. Fontes fantasia (decorativas ou novelty):

Fontes fantasia correspondem ao grande volume de fontes gratuitas que encontramos na web hoje. São fontes que não se enquadram em nenhuma das caraterísticas anteriores e apresentam uma enorme variedade de padrões. Elas podem fazer alusão a etnias, conter elementos ilustrativos em seus traços, etc. Algumas delas são ilegíveis e não devem ser usadas em grandes blocos de texto.

Fontes fantasia são ideais para compor chamadas temáticas (um logotipo para uma loja de roupas infantis, ou anunciar um evento de rally, por exemplo).

Bons exemplos:

Fontes Fantasia, ou Novelty. Bastante diversificadas entre si.
Fontes Fantasia, ou Novelty. Bastante diversificadas entre si.

Observe uma aplicação de fonte fantasia no logotipo de um cliente da Agência:

Logotipo Acomac, exemplo de aplicação de fonte fantasia.
Logotipo Acomac, exemplo de aplicação de fonte fantasia.

Confira dois sites legais para baixar fontes de graça:

DaFont – Site francês (com suporte para língua inglesa) muito popular entre designers do mundo todo. Uma variedade imensa de fontes por categoria, para PC e Mac.
1001 Fonts – Mais de 2000 fontes para download gratuito.

Por enquanto é só! Esperamos que você aproveite este artigo para melhorar ainda mais a qualidade visual e o poder de comunicação dos seus trabalhos.

Grande abraço e até a próxima!

Branding: a força de uma marca

06-10-2009

Em um mundo povoado por Nikes, Coca-Colas, Skols, FedExes, somos categóricos em afirmar: nós vivemos marcas. Com certeza até mesmo aquele que diz firmemente não ligar para elas tem no bolso ou já usou alguma vez na vida uma Bic. Perceba, como nesta última sentença, nem comentamos se tratar de uma caneta Bic: a própria assimilação do nome já nos faz entender isso.

Como isso é possível? A marca Bic é um bem sucedido e amplamente estudado caso de branding.

Muito mais do que um simples logotipo

Branding, define José Roberto Martins em seu livro “Branding – Manual para Você Criar, Gerenciar e Avaliar Marcas”, é a atividade de construir e gerenciar uma marca junto ao mercado buscando adentrar a cultura de uma sociedade, além dos fatores meramente econômicos. O branding tem a ver diretamente com a idéia que o consumidor/público alvo têm de determinada marca (”brand”), e o que ela representa em suas vidas e interesses.

Estratégias de branding determinam que a marca não deve contentar-se em ser “melhor” que a sua concorrente, mas sim única em benefícios, valores e proporcionadora de um estilo de vida próprio e diferenciado para seus consumidores. Adentrando em uma determinada cultura, uma marca pode ter uma sobrevida secular, como é o caso das maiores marcas existentes no mundo hoje. A Bic, por exemplo, firmou-se como uma marca de canetas acessível, barata, de escrita firme e que é facilmente perdida por ai, mas não há problema: ela é tão em conta que em seguida você já tem uma nova no bolso!

É muito interessante analisar casos de presença tão forte da marca em uma cultura onde fica difícil desassociar-se o que é produto e o que é marca. Como é o caso do Bombril (palha de aço), Gilette (lâmina de barbear), Hipoglós (pomada para assaduras), Vick Vaporub, dentre outras. Se você observar bem, a forma como essas marcas se impuseram no mercado foi mais ou menos semelhante, posicionando-se como “única e melhor alternativa para as suas necessidades”. Bom, funcionou. Você lembra de comprar Bombril ou palha de aço? ;)

O trabalho de branding vai muito além da criação de um logotipo. Envolve uma série de profissionais de marketing, designers gráficos, analistas de mercado, e dependendo do alcance desejado, até mesmo antropólogos. Construir a reputação de uma marca, especialmente nos dias de hoje, é trabalhoso e caro. Mas vale (e muito!) a pena a tentativa.

Um grande abraço, e até a próxima!

Post especial: Logotipos das Olimpíadas

02-10-2009

Em clima de campanha para o Rio 2016, vamos fazer um post temático: recapitularemos os últimos logotipos das Olimpíadas.

Em nossa pesquisa, observamos que a instituição de trabalhos de branding para uma cidade sede dos jogos começou a ser implantada, curiosamente, em meados da década de 60, quando o movimento pop-art estava em pleno vigor. Até a Olimpíada de Roma, em 1960, observamos que os logotipos eram quase sempre não-oficiais, onde talvez não houvesse uma preocupação em se criar uma campanha de marketing para o evento.

Logotipo não oficial das Olimpíadas de Roma, 1960.
Logotipo não oficial das Olimpíadas de Roma, 1960.

A partir da Olimpíada do México, em 1968, podemos começar a perceber uma preocupação maior em trabalhar-se a marca “cidade sede”, onde observamos o interesse cada vez maior na popularização do evento e a celebração das diferentes vertentes humanas, reunidas. Justamente nas Olimpíadas do México tivemos o primeiro mascote olímpico (não oficial), denominado The Red Jaguar.

Logotipo oficial das Olimpíadas do México, 1968
Logotipo oficial das Olimpíadas do México, 1968. Puro pop-art nas cores e formas.

A partir de Munique, a presença do mascote tornou-se obrigatória, com a introdução do daschund Waldi. E a cada quatro anos esperamos ansiosos para ver qual será o próximo mascote.

Acompanhe abaixo nossos comentários sobre os logotipos das Olimpíadas, a partir de 1972.

1972 – Olimpíadas de Munique – Alemanha

O evento olímpico mais triste da história nos apresentou seu logotipo em espiral preto e branco e seu simpático mascote Waldi, demonstrando a intenção do evento em reunir num só ponto diferentes etnias e aspectos humanos.

Munique 1972 e o mascote Waldi.
Munique 1972 e o mascote Waldi.

1976 – Olimpíadas de Montreal – Canadá

O logotipo simples faz uma brincadeira com os aros olímpicos, criando um “M” estilizado. Neste ano tivemos a presença do esquisito Amik, o Castor, como mascote.

Logotipo oficial das Olimpíadas de Montreal, 1976, e Amik, o Castor
Logotipo oficial das Olimpíadas de Montreal, 1976, e Amik, o Castor

1980 – Olimpíadas de Moscou – antiga União Soviética

Evento realizado em plena Guerra Fria e plenamente boicotado pelo então presidente americano Jimmy Carter, as Olimpíadas de Moscou trouxeram um logotipo predominantemente vermelho, obviamente, ao qual nos foi difícil atribuir um único significado. Compreendemos que as linhas formam os cinco continentes rumando em direção à cidade, representada pela estrela. O simpático Misha, talvez um dos mais famosos mascotes, foi o ursinho que saudou o planeta no evento.

Logotipo Oficial das Olimpíadas de Moscou, 1980, e o ursinho Misha.
Logotipo Oficial das Olimpíadas de Moscou, 1980, e o ursinho Misha.

1984 – Los Angeles – EUA

Em plenos anos 80 uma Olimpíada no então melhor momento econômico dos Estados Unidos da América permitiu a divulgação de uma imagem de orgulho do país perante o planeta. O logotipo é a cara da América, onde as três estrelas fazem referência tanto ao evento, quanto à bandeira americana, utilizando suas cores (e uma possível referência às iniciais USA). O mascote Sam, a Águia, possui todo um estilo Disney de traço.

Logotipo oficial das Olimpíadas de Los Angeles, 1984, e Sam, a Águia.
Logotipo oficial das Olimpíadas de Los Angeles, 1984, e Sam, a Águia.

1988 – Seul – Coréia do Sul

O logotipo da Olimpíada de Seul faz referência direta ao símbolo do Taegeuk, conceito taoísta do Yin e Yang. Neste ano tivemos dois mascotes,  os tigres “gêmeos” Hodori e Hosuni.

Logotipo oficial das Olimpíadas de Seul 1988 e os mascotes Hodori e Hosuni.
Logotipo oficial das Olimpíadas de Seul 1988 e os mascotes Hodori e Hosuni.

1992 – Barcelona – Espanha

O criador do logotipo Joseph Trias decidiu estilizar uma figura humana no logotipo das Olimpíadas de Barcelona. Segundo ele, a escolha das cores amarela e vermelha foi óbvia, já que são cores padrão da bandeira espanhola (e também de Barcelona e da região da Catalunha). O azul foi incorporado em referência ao mar. Kobi, um Mountain Sheepdog, foi o extrovertido mascote do ano.

Logotipo oficial, Barcelona 1992. Ao lado, o mascote Kobi.
Logotipo oficial, Barcelona 1992. Ao lado, o mascote Kobi.

1996 – Atlanta – EUA

Depois de 12 anos as Olimpíadas retornam à América. Nas últimas olimpíadas do século XX, a era digital, já estabelecida no país, influenciou na imagem do logotipo, que representa a tocha olímpica e suas fagulhas como estrelas os cinco continentes. O mascote, o esquisito Izzy, não é animal algum: trata-se de um bichinho “digital, gerado por computador” :p

Logotipo dos jogos de Atlanta, em 1996, e Izzy, o bichinho virtual.
Logotipo dos jogos de Atlanta, em 1996, e Izzy, o bichinho virtual.

2000 – Sydney – Austrália

Bumerangues! Um símbolo do país australiano foi bastante utilizado no logotipo das Olimpíadas de Sydney, em 2000. O ano teve 3 mascotes, representados por bichinhos esquisitos típicos da região: Olly, um pássaro kookaburra; Millie, um équidna; e Syd, um ornitorrinco.

Logotipo das Olimpíadas de Sydney, 2000, e seus mascotes.
Logotipo das Olimpíadas de Sydney, 2000, e seus mascotes.

2004  - Atenas – Grécia

Umas das Olimpíadas mais esperadas. Atenas buscou referenciar o clássico de forma moderna. O logotipo usa as cores da bandeira grega, e seus mascotes Athenas e Phevos representam crianças irmãs.

Logotipo e mascotes, Atenas 2004.
Logotipo e mascotes, Atenas 2004.

2008 – Pequim – China

A Olimpíada de Pequim foi marcada por muitos protestos ao redor do mundo, especialmente pela internet. Apesar de tudo, a cidade conseguiu fazer uma bela campanha. Seu logotipo, denominado “Chinese Seal, Beijing Dance” apresenta uma figura humana estilizada e pretende com isso indicar a hospitalidade chinesa para com os cidadãos do mundo. Os cinco mascotes, denominados “Friendlies”, correspondem a um peixe, um panda, a chama olímpica, um antílope tibetano e uma andorinha, buscando abranger elementos do território do país e a própria universalidade do evento.

Logotipo e mascotes, Pequim 2008.
Logotipo e mascotes, Pequim 2008.

2012 – Londres – Inglaterra

A próxima Olimpíada, de Londres, nos apresentou um logotipo detestado pela grande maioria dos designers. Os números 2012 aparecem estilizados e com bordas “quebradas”, e pareceu significar grandes mudanças e inovações, mas não foi muito bem recebido. O mascote aparentemente ainda está em desenvolvimento.

Logotipo Londres 2012
Logotipo Londres 2012

Nos últimos dias temos visto na mídia os logotipos das cidades aspirantes a sede das Olimpíadas de 2016:

Rio de Janeiro

Rio 2016 - Logotipo

Rio 2016 – Logotipo

Chicago

Chicago 2016 - Logotipo
Chicago 2016 – Logotipo

Madri

Logotipo Madri 2016
Logotipo Madri 2016

Tóquio

Logotipo Tóquio 2016
Logotipo Tóquio 2016

Esperamos que tenham gostado! O resultado das campanhas para cidade-sede sai hoje. Estamos na torcida!

Grande abraço e até a próxima!