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Otimizando sites em Flash para o Google – Dicas de SEO, pt. 4

28-10-2009

O Google ainda tem um desafio pela frente, e bem grande: conseguir uma forma de ler corretamente um arquivo SWF e disponibilizar seu conteúdo nas buscas. A partir de julho de 2008, um grande avanço foi sentido quando o buscador anunciou agora ser possível indexar páginas em Flash. Ainda assim, nós profissionais sabemos o quanto é difícil otimizar um site em Flash, e permitir que ele obtenha um bom posicionamento no ranking orgânico de buscas. Ufa! :)

Existem algumas dicas importantes que devemos seguir para otimizar nossos projetos em Flash. Vamos a elas! ;)

1. Tenha seu Flash em páginas validadas.

Uma página validada pela W3C é muito útil quando o assunto em questão é SEO. Algo ao qual você deve prestar muita atenção é sobre a forma de inserção do Flash em sua página web. Se você usa o Dreamweaver, por exemplo, e insere automaticamente o Flash (Insert > Media > Flash), o código gerado não é compatível com as normas de validação, o que pode prejudicar o bom posicionamento do seu site.

Existem diversas formas de inserir um Flash em uma página HTML, uma busca rápida no Google pode dar uma boa pista sobre elas.

(Nota: algumas formas de implantação do Flash validado podem fazer retornar o irritante problema da ativação de controles no Internet Explorer – aquela borda irritante que você deve clicar para habilitar o site no navegador e utilizá-lo [conheça a curiosa história da ativação no IE através deste link]. Também existem formas de contornar este problema, e uma delas é o fix_eolas)

2. Capriche no título e meta tags.

Você precisa despender um certo esforço para criar títulos de página descritivos, simples e compostos por palavras-chave. Isso vai fazer toda a diferença no rankeamento do seu site. Trabalhe muito bem também nas meta tags, já que este vai ser o conteúdo que os robôs de busca poderão ler no seu site.

3. Divida o site, se possível.

Tente criar várias páginas para o site, ao invés de uma só, se possível. Isso demonstrará aos buscadores uma estruturação melhor no domínio e pode ajudá-lo a indexar páginas mais facilmente.

4. PageRank: a parte mais difícil.

Muitas vezes é difícil conseguir links externos, o que aumentaria e muito o PageRank do seu site e mostraria ao Google sua relevância, elevando-o nas buscas. No entanto, a regra vale para todo o tipo de site: trabalhar com conteúdo relevante voltado ao usuário permite uma conquista maior de público e uma divulgação melhor do site, traduzindo-se em links externos. Pense nisso! :)

Complementando, existem técnicas, como a sIFR, que convertem textos em Flash em textos puros, conforme já comentamos em um outro post aqui no blog. É uma tática válida e que permite a visualização do conteúdo pelo Googlebot e outros robôs. Uma excelente alternativa para quem precisa usar o Flash mas não pode abrir mão da otimização o mais perfeita possível.

Por enquanto, é isso! Esperamos que estas dicas auxiliem na criação de sites mais bonitos e também mais bem posicionados. Por enquanto, vamos ficar sonhando com o dia em que um site em Flash seja tão bem indexado quanto um site HTML… :)

Um grande abraço e até a próxima!

O Poder do Google

23-10-2009

Uma matéria fresquinha (de hoje) da IDG Now! confirma o poder do maior mecanismo de buscas do mundo. Confira abaixo a matéria na íntegra.

Google é responsável por 95% das buscas realizadas pela internet no Brasil
Estudo feito pela Serasa Experian Hitwise aponta crescimento de 6% de participação nas pesquisas na web nos 42 sites concorrentes.

O buscador Google registrou 95,37% de todas as buscas realizadas pela internet nas últimas quatro semanas, segundo dados divulgados pela consultoria Serasa Experian Hitwise.

O estudo colheu informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil sites no Brasil em setembro e foi finalizado em 3 de outubro.

Os buscadores Yahoo! Search, Bing e Ask.com receberam apenas 1,86%, 1,69% e 0,23% das visitas, respectivamente.

Listados na ferramenta de análise de sites de busca do Hitwise, os 37 sites de busca restantes foram responsáveis por 0,8% das procuras realizadas no Brasil.

Além de se consolidar como a maior ferramenta de busca no país, o Google detém também o maior número de trafego – 38,48% – de usuários que desejam navegar por sites de alguns setores como Portais, Entretenimento e Esportes. Os três segmentos juntos tiveram um aumento de 27,3% na comparação entre abril de 2009 e setembro do mesmo ano.

Na soma do Google com os demais sites de busca esse tráfego passa para 42,61%.

fonte: http://idgnow.uol.com.br

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Sabendo disso, é impossível ficar parado frente ao poder do Google como ferramenta de divulgação do seu negócio. Utilizar esta ferramenta é uma forma certa de alavancar suas vendas e colocar sua empresa em uma posição de destaque frente aos seu concorrentes.

Entre em contato conosco e solicite a apresentação especial em PDF sobre nosso plano de otimização de sites para mecanismos de busca! Teremos o maior prazer em atendê-lo.

Um grande abraço e até a próxima!

Muito além do PageRank – Dicas de SEO pt. 3

08-10-2009

Em mais um artigo sobre SEO, vamos comentar como o Google trabalha para rankear páginas indexadas.

O Google surgiu em 1996 e trouxe um novo conceito na forma de posicionar e avaliar a qualidade dos sites listados em sua busca, o PageRank. O PageRank trabalha de modo a converter a qualidade de links que apontam para um site em “votos”, melhorando o resultado de um site no posicionamento da busca por palavra-chave. Esta forma de análise busca conferir a “autenticidade” do site, ou seja, quando melhor referenciado (linkado), maior sua “qualidade” e relevância para o buscador. Este fator depende enormemente do valor de PageRank das páginas que linkam para o seu site. Quanto maior for o PageRank delas, maior se tornará o seu.

O PageRank contribuiu para a popularização do Google, uma vez que quanto mais eficiente for o resultado da busca, maior a fidelidade do usuário em se utilizar daquela ferramenta.

Entretanto, o Google analisou que este procedimento tornava todo o processo de posicionamento e indexação praticamente “incontrolável”, não permitindo que os webmasters prezassem pelo controle de qualidade de seus conteúdos e aos mais mal intencionados que buscassem alternativas “rápidas” de aumentar o PageRank, seja pela troca indiscriminada de links entre sites cujo conteúdo não está diretamente relacionado, seja pela compra de links, por exemplo. A qualidade dos resultados de busca gerados pelo Google estava, então, comprometida e longe de sua proposta original.

Uma grande motivação para uma mudança foi a popularização da internet entre usuários não-técnicos. O público leigo precisava de resultados claros, simples e diretos.

Atualmente, além do PageRank, o Google implementou novos e sofisticados algoritmos que determinam o posicionamento de uma página de acordo com a relevância do conteúdo nela contido para determinada busca do usuário. Falando a grosso modo, o Google preza por mostrar o melhor resultado para a busca de seu usuário, evitando que este perca tempo com assuntos pouco interessantes.

Confira abaixo alguns fatores determinantes na boa colocação de um site nas buscas do Google (e dos maiores mecanismos de busca atuais):

1. Conteúdo original;
2. Links de fora do site, a forma como está descrito este link, a qualidade da página que contém este link;
3. Idade do conteúdo do site;
4. Idade do domínio;
5. Atualização de conteúdo (perceba algo: o Google ama os blogs. Isso graças à sua atualização quase que diária);
6. Inclusão de palavras-chave relevantes à busca do usuário no texto do site;
7. Quantidade de conteúdo legível pelos robôs (um dos motivos de um site em Flash ser pior posicionado que um site em texto padrão);
8. Análise de conteúdo duplicado; o Google entende isso como uma tentativa de “burlar” o mecanismo e tende a punir estas páginas;
9. Presença de tags restritivas a robôs (”nofollow”);
10. Aumento repentino no volume de links apontando para o seu domínio. Um acréscimo pode ser compreendido pelo Google como compra de links, e resultar em punição;
11. Tempo de uptime do servidor de hospedagem;
12. Links quebrados;
13. Código fonte limpo e sem erros;
14. Constatação de práticas de black hat (cloaking, por exemplo) levam à punição.

Perceba que, a cada ano, o Google se torna uma ferramenta com inteligência própria, e estudar sua “mente” é fundamental para que consigamos colocar em prática bons procedimentos de otimização de sites e, claro, conteúdos de melhor qualidade, melhorando assim a experiência que a web pode nos proporcionar.

Grande abraço e até a próxima!

Dicas de SEO pt2.: Links!

05-10-2009

Os buscadores tratam os links de forma muito especial na hora de posicionar um site na busca orgânica. Sem dúvida alguma, um dos tratamentos mais bacanas de SEO que podemos aplicar ao nosso site é o correto manejamento dos links do site, os que apontam para outros sites e os links que apontam para o nosso site.

O trabalho especial com links de texto descritos nas palavras-chave principais do site são um bom atributo de SEO. Entretanto, ser linkado “lá fora” é importantíssimo para conseguir um bom posicionamento nos resultados de busca dos principais mecanismos.

Existem diversos tipos de links dentro de um projeto. Veja a seguir quais são eles.

Inbound Links

Inbound links são os links externos que apontam para o seu site. São links de maior relevância para os robôs de busca, especialmente se:

- Estão em sites cujo conteúdo seja relacionado ao seu;
- Tenham um alto PageRank no Google (3+);
- Possuam poucos links, indicando que o site em questão não é um diretório ou “comércio” de links;
- Venham de um site com alta relevância na web.

Há diversas formas de se conseguir aumentar o volume de inbound links: criar um site naturalmente relevante, que as pessoas referenciem naturalmente e postar notícias e novidades de interesse geral constantemente são algumas medidas simples que geram muito resultado.

Outbound Links

São links em seu site apontando para conteúdo de terceiros. Procure referenciar sempre conteúdo de qualidade!

Links Internos

Os links internos são links em seu site apontando para conteúdos do mesmo. Um site bem linkado facilita a navegação e localização, e cria uma cadeia de conteúdo que pode ser muito benéfica.

De acordo com o Mestre SEO, ainda temos outros tipos de links:

- Links Recíprocos: Acontece quando há troca respectiva de links entre dois sites. Essa prática pode ser mal vista pelos buscadores;
- Social Links: Links oriundos de redes sociais de armazenamento de links (Linkninja, Delicious). São benéficos e válidos;
- Links Pagos: Quase um recíproco, com a diferença de que você obtém uma referência em determinado site através de acordo financeiro. Constitui uma prática de Black Hat e é passível de punição.

Por enquanto, é isso! Em breve, mais artigos com dicas de SEO! :)

Grande abraço e até a próxima!

Dicas básicas de SEO

01-10-2009

Aparecer no Google, e ainda por cima em uma boa posição, parece ter virado uma febre nos últimos anos. Mas o sucesso dos profissionais de SEO é mais do que merecido: de acordo com uma notícia publicada ontem na BBC e alardeada mundo afora, a publicidade no Reino Unido ultrapassou, em valores, a televisiva, o que significa que as empresas estão enxergando cada vez mais o potencial da internet na aquisição de clientes. Parte desta preocupação inclui, certamente, buscar a audiência de novos internautas que se utilizam de mecanismos de busca para encontrar conteúdos específicos.

Práticas de SEO hoje fazem parte de um conjunto de elementos indispensáveis para qualquer empresa, pessoa ou organização que deseja ter mais do que uma “página na web”. São imprescindíveis para que a “página” consiga um lugar ao sol entre os bilhões de sites existentes.

Conheça a seguir algumas dicas básicas de otimização, que fazem toda a diferença!

1. Conteúdo: importantíssimo.

Mecanismos de busca modernos são inteligentes e seletivos. Embora o processo de retorno de links na busca orgânica seja algo mecânico, as search engines são sofisticadas o suficiente para retornar resultados robustos e coerentes, indicando ao usuário os melhores conteúdos relativos à sua busca. Procure otimizar os textos de seu site, mesclando sempre suas palavras-chave principais no corpo do texto. Acredite, isso fará toda a diferença. Entretanto, construa sempre pensando no usuário e não nos mecanismos de busca. Entupir uma página de keywords pode fazer com que elas percam sua relevância.

2. Desenhe o site focando práticas de SEO.

Ainda nas primeiras anotações e esboço de wireframe, pense em uma estrutura compatível com as práticas de SEO. Pense que um site 100% em Flash será colocado em segundo plano frente a um site simples com links de texto, por exemplo.

3. Pense em nomes de imagem descritivos.

Utilize nomes de imagem descritivos sempre que possível (por exemplo “flor-amarela.jpg”). A tag ALT não deve ser negligenciada.

4. Jamais esqueça de redirecionar seus domínios.

É uma grande mancada permitir que seu domínio “http://www.flor-amarela.com” não seja acessado também por “http://flor-amarela.com”. Muitos usuários aboliram o “www” de suas digitações, e se ao tentar entrar no seu domínio desta forma o retorno for uma página de erro, ele provavelmente não continuará tentando.

5. Observe se existem links quebrados.

Links quebrados podem baixar o posicionamento de um site na listagem orgânica dos buscadores. Boas soluções são a checagem constante de links quebrados, se o seu site for muito grande (o Bing, buscador da Microsoft, possui uma ferramenta verificadora de links quebrados, e pode ser acessada a partir da página para webmasters do Bing), criar páginas de erro 404 amigáveis e que facilitem a vida dos usuários e utilizar o Redirecionamento 301.

Por enquanto, é isso. Em breve, mais dicas e artigos sobre SEO.

Não deixe também de visitar o site da Agência Liquid e informar-se sobre nossos preços e planos de otimização.

Um grande abraço e até a próxima!